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Brumas do tempo

por Redação.

20/09/2017 23:50:00
 
Extremamente original... um romance sensual e difícil de largar. Karen Marie Moning está destinada a deixar sua marca neste gênero.” — RT Book Reviews
 
Séculos separam Adrienne, uma jovem moradora de Seattle nos dias de hoje, de Falcão, um sedutor lorde escocês conhecido por ser um conquistador de batalhas (e também de donzelas).  Nenhuma mulher resiste ao seu charme, mas nenhuma despertou de fato o seu interesse. Até Adrienne aparecer nas highlanders escocesas do século XVI.
 
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Ela cresceu em um orfanato, de onde fugiu assim que completou dezoito anos. Na faculdade, viveu um noivado conturbado até, finalmente, conseguir escapar. Mesmo longe, Adrianne ainda não conseguiu superar o passado e está certa de que nunca irá conseguir se relacionar com outro homem novamente. Até que em uma noite ela acorda na Escócia de 1513. Longe de seu tempo, a jovem acaba se casando com Falcão, de quem jura que irá manter a distância. Mas o poder de sedução do lorde irá comprometer a determinação dela.
 
Brumas do tempo” é o primeiro livro de Karen Marie Moning publicado no Brasil. A obra, um romance histórico e sensual, abre a série Highlanders e chega às livrarias em setembro pela Verus.
 
Brumas do tempo
Karen Marie Moning
Páginas: 308
Preço: R$ 34,90
Tradução: Monique D’Orazio
Editora: Verus | Grupo Editorial Record

DIÁRIO DE UMA VOLÁTIL

por Redação.

04/09/2017 21:52:00
 
Uma balzaquiana de camisa listrada que vê a vida de forma peculiar. Essa é "Volátil", alterego da ilustradora argentina Agustina Guerrero, que vem encantando o mundo com suas ilustrações. Os desenhos retratam seu dia a dia, as coisas que a fazem sorrir, chorar, sentir vergonha, medo e preguiça. Registros pessoais, mas que deixam a sensação de que todo mundo é meio parecido nos sentimentos e nas sutilezas da vida.
 
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Ideias, pequenos prazeres, emoções boas e outras nem tanto assim. "Ataque" de amor, "ataque" de cólica, as delícias e agruras da intimidade, devaneios.  Nada foge à sensibilidade e bom humor de Agustina. Seus desenhos mostram a delicadeza de momentos triviais nem sempre valorizados e dão leveza àqueles que nos contrariam ou entristecem.
 
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As tirinhas nasceram em 2011 num blog autobiográfico e hoje dominam as redes sociais. Sua página no Facebook já tem mais de 700 mil seguidores.
 
A "Volátil"  é Agustina Guerrero, artista gráfica, desenhista e balzaquiana, nascida em Chacabuco, cidadezinha da Argentina. Mora em Barcelona há mais de 12 anos e se dedica exclusivamente à carreira de ilustradora, mas quando perguntam o que ela faz para viver, às vezes, ela responde: desenhos.
 
"Diário de uma volátil" chega às livrarias pela Editora BestSeller.
 
DIÁRIO DE UMA VOLÁTIL
Agustina Guerrero
Tradução de Marcelo Barbão
160 páginas
39,90
Editora BestSeller
(Grupo Editorial Record)

Uma gentileza por dia– 365 ações diárias para salvar o mundo (e a você mesmo)

por Redação.

30/08/2017 20:06:00
 
PARA TORNAR O MUNDO MAIS SOLIDÁRIO, LIVRO PROPÕE UMA GENTILEZA POR DIA
 
De autoria de Orly Wahba, criadora do vídeo Kindness Boomerang – que teve quase 27 milhões de visualizações no Youtube até hoje –, a obra sugere 365 ações para inspirar o leitor a incorporar a gentileza à sua vida
 
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Guerras, crises políticas e econômicas, corrupção e violência têm deixado o mundo complicado. E, às vezes, não é necessário ir muito longe para perceber que, seja no local de trabalho, na escola ou nas redes sociais, as pessoas não têm conseguido transformar para melhor o ambiente que as cercam.
 
Como mudar isso? A resposta é: com gentileza. Quem garante isso é a educadora e ativista norte-americana Orly Wahba no livro Uma gentileza por dia – 365 ações diárias para salvar o mundo (e a você mesmo) (Benvirá, R$ 44,90).
 
Criadora do vídeo Kindness Boomerang, a autora mostra que a gentileza é um hábito que pode ser incorporado ao cotidiano e tem o poder de mudar não só a nossa comunidade, mas quem sabe o mundo todo.
 
Para incentivar a prática, ela sugere 365 atitudes, uma para cada dia do ano, que vêm acompanhadas de frases inspiradoras, histórias pessoais e dicas para mudar a filosofia de vida.
 
Essas atitudes são divididas em tópicos como “gentileza consigo mesmo”, “gentileza nos relacionamentos”, “gentileza na escola”, “gentileza com estranhos”, “gentileza sem motivo”, entre outros. A intenção da autora é possibilitar que o leitor repense sua postura e traga mais otimismo e positividade para o mundo a seu redor, com mais empatia e solidariedade.
 
Uma gentileza por dia – 365 ações diárias para salvar o mundo (e a você mesmo) 
Benvirá
R$ 44,90

O martelo das feiticeiras

por Redação.

28/08/2017 20:08:00
 
Editora manteve texto introdutório de Rose Marie Muraro, que contextualiza condição feminina através dos tempos
 
Um clássico editado por muitos anos pelo selo Rosa dos Tempos, criado por Rose Marie Muraro, Ruth Escobar e Laura Civita, e depois incorporado ao Grupo Editorial Record, “O martelo das feiticeiras” volta às livrarias em edição capa dura e novo projeto gráfico. Pela primeira vez, sairá pela editora Record. A nova edição mantém a importante introdução de Rose Marie, que contextualiza a condição feminina no mundo, os mitos de criação, a origem das sociedades patriarcais e, principalmente, os motivos da perseguição às mulheres no período da Inquisição.
 
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Escrito pelos inquisidores Heinrich Kramer e James Sprenger, o livro é um manual feito a partir da bula do papa Inocêncio VIII, documento que propõe o fim de “toda a depravação herética” e o livramento dos “demônios”, “encantamentos” e “feitiçarias” dos infiéis. Essa espécie de guia autorizava a perseguição, a tortura e a morte perpetrada contra as mulheres, que, por possuírem saberes de cura do corpo e da alma, passaram a ser consideradas bruxas.  Como tal, deveriam morrer.
 
O livro é dividido em três partes: na primeira, explica como reconhecer os demônios e como se manifestam na bruxaria; a segunda classifica os malefícios e mostra como lidar com eles; a terceira ensina como julgar e cumprir as sentenças dos hereges.
 
Mas por que as mulheres se tornaram a maior ameaça à sociedade patriarcal e às principais estruturas de poder a partir do final do século XIII?
 
Desde a mais remota antiguidade, as mulheres eram as curadoras populares, as parteiras, enfim, detinham saber próprio, que lhes era transmitido de geração em geração. Em muitas tribos primitivas eram elas as xamãs. Na Idade Média, seu saber se intensifica e aprofunda. As mulheres camponesas pobres não tinham como cuidar da saúde, a não ser com outras mulheres, tão camponesas e tão pobres quanto elas. Elas (as curadoras) eram as cultivadoras ancestrais das ervas que devolviam a saúde, e eram também as melhores anatomistas do seu tempo. Eram as parteiras que viajavam de casa em casa, de aldeia em aldeia, e as médicas populares para todas as doenças. Mais tarde elas vieram a representar uma ameaça. Em primeiro lugar, ao poder médico, que vinha tomando corpo através das universidades no interior do sistema feudal. Em segundo, porque formavam organizações pontuais (comunidades) que, ao se juntarem, estruturavam vastas confrarias, as quais trocavam entre si os segredos da cura do corpo e, muitas vezes, da alma. 
Mais tarde, ainda, essas mulheres vieram participar das revoltas camponesas que precederam a centralização dos feudos, os quais, posteriormente, dariam origem às futuras nações”, escreve Rose Marie Muraro na introdução do livro.
 
O martelo das feiticeiras” chega às livrarias em agosto.
 
O MARTELO DAS FEITICEIRAS
Escrito pelos inquisidores Heinrich Kramer e James Sprenger
Páginas: 504
Preço: R$ 74,90
Tradução: Paulo Fróes Acabamento: Capa dura
Editora: Record / Grupo Editorial Record

Polícia Federal: A lei é para todos

por Redação.

27/08/2017 23:43:00
 
Os autores lançam o livro na segunda-feira, 28 de agosto, em Curitiba, em bate-papo com os atores do filme. Já na quarta-feira, dia 30 de agosto, acontece o lançamento em São Paulo.
 
Há mais de três anos em vigor no Brasil, a Operação Lava Jato é protagonista diária do noticiário político nacional. Não é à toa: trata-se da maior investigação de lavagem de dinheiro e corrupção já feita no país. Já foram realizadas mais de 40 fases, mais de cem suspeitos foram presos e outros tantos foram levados a depor. Em pauta, inúmeras acusações de desvios bilionários de recursos públicos, envolvendo empresários e políticos de todos os partidos, em todos os níveis de governo.
 
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A atuação do Ministério Público e do Judiciário é bastante conhecida do público brasileiro, que já identifica os rostos de juízes e procuradores que atuam no processo. Mas em “Polícia federal: A lei é para todos”, Carlos Graieb e Ana Maria Santos narram os bastidores da investigação sob a perspectiva da equipe de policiais responsável pela força-tarefa.  Amparado em muita pesquisa, numa ampla rede de informantes e em diversas entrevistas, o livro levanta episódios inéditos, saborosos, que valorizam estes profissionais fundamentais para o sucesso da operação.
 
Com uma narrativa eletrizante, eles não apenas revelam detalhes da apuração dos crimes, mas também as pressões e os conflitos do trabalho dos agentes. “Dos desafios logísticos que antecedem a deflagração de uma fase aos desafios técnicos ligados à decifração das provas, todas as engrenagens de uma grande operação da Polícia Federal podem ser vistas em funcionamento nesta investigação histórica”, ressaltam os autores na apresentação do livro. “O que realmente nos surpreendeu foram os detalhes da investigação propriamente dita. A quantidade de documentos apreendidos em cada uma das fases que havia sido deflagrada era simplesmente inacreditável. (...) No meio do caminho, engenheiros tiveram que desenvolver novas ferramentas, especialmente destinadas à análise de dispositivos eletrônicos”, conta a dupla, em entrevista ao Blog da Record.
 
A trama ganha versão para as telas em 7 de setembro, quando “Polícia federal: A lei é para todos” chega aos cinemas de todo o país. O filme é dirigido por Marcelo Antunez  e conta com um elenco que inclui nomes como Antonio Calloni, Marcelo Serrado, Flávia Alessandra e Ary Fontoura.  E segundo os autores, o projeto continua: continuações tanto do livro quanto do filme estão previstas, e a dupla já trabalha na sequência.
 
TRECHO:
 
Masuia já havia conferido os detalhes que Moscardi lhe passara. O voo TAM JJ8062 estava no horário. Moscardi gostou de saber que um ônibus levaria os passageiros até o avião. Preferia abordar seu alvo na pista pouco iluminada, e não na entrada congestionada de um finger. Antes, porém, queria ter certeza de que ela estava ali. Pediu que o levassem até o lado externo do portão de embarque, onde os ônibus estariam à espera dos passageiros. No caminho, ele mostrou para Masuia a foto de Nelma Kodama que estava em seu celular. O agente não sabia quem ela era. Melhor assim.
Nelma era de origem japonesa, mas a mulher na foto também poderia ter sangue índio, sul-americano. Lembrava, talvez, aquela velha cantora de músicas de protesto. Exato: Nelma Kodama era a Mercedes Sosa da lavagem de dinheiro. Tinha um rosto gordo, que mal se distinguia do pescoço. Na foto não se via o corpo, mas se podia adivinhar que era atarracado. O que mais chamava atenção era o olhar: insolente, inamistoso, desafiador.”
 
Lançamento em Curitiba – 28 de agosto, segunda-feira
Bate-papo com os autores e os atores do filme
19h - Livrarias Curitiba – Park Shopping Barigui
 
Lançamento em São Paulo – 30 de agosto, quarta-feira
19h – Livraria Saraiva – Shopping Eldorado
 
POLÍCIA FEDERAL: A LEI É PARA TODOS
CARLOS GRAIEB E ANA MARIA SANTOS
Páginas: 280
Preço: R$ 37,90
Editora: Record