selo Anuncieaqui triplo

A professora e o Nobel: Gabriel García Márquez

por Redação.

08/08/2017 22:18:00
 
Este belo romance da jornalista e escritora colombiana Beatriz Parga representa uma viagem no tempo entre encantamentos poéticos e informações preciosas sobre um dos maiores escritores do mundo. Este livro é uma longa entrevista romanceada feita por Beatriz Parga com Rosa Fergusson, a professora de Gabriel García Márquez, a pedido do próprio escritor.
 
aprofessora.jpg
 
A história de ambos se inicia no pequeno povoado de Aracataca, quando a bela professora recebe em sua escola o menino Gabriel para iniciar seu processo de alfabetização. Ela o conhecia desde o berço, uma vez que suas famílias eram vizinhas e conhecidas a longo prazo.
 
Por várias vezes o ganhador do Nobel de Literatura afirmou que quem lhe ensinara a ler era uma professora muito bonita, graciosa, inteligente, que lhe ensinou o prazer de frequentar uma escola.
 
Quando García Márquez recebeu o Nobel de Literatura de 1982, em Estocolmo, suas primeiras palavras foram: “Dedico este prêmio à minha primeira professora, que me ensinou a escrever e a amar a literatura”. Uma narrativa apaixonante.
 
Sobre a autora:
 
Beatriz Parga iniciou sua carreira jornalística no El Tiempo de Bogotá, Colômbia. Foi reconhecida pela mídia da Espanha como uma dos “Cem Mais Influentes Jornalistas Hispânicos” nos EUA. Depois de ganhar o prêmio Inter American Press Association (IAPA) para estudar nos EUA, ela se mudou para Miami. Publicou numerosos artigos e colunas nos mais influentes jornais locais e internacionais (hispânicos), incluindo Diario Las Americas, El Nuevo Herald of Miami, Diario La Prensa of New York, e La Opinion of Los Angeles. Também escreveu para vários jornais latino-americanos e revistas hispânicas, como Cosmopolitan, Harper's Bazaar, Vanidades e íHola!. É autora de El Macho Latino - A Novel e da história de Columba Bush em La Cenicienta de la Casa Blanca. Na mídia Americana ela atua como consultora para The Miami Herald e como coordenadora editorial para a revista política Caribbean Review.
 
A professora e o Nobel: Gabriel García Márquez
16X23 cm
230 páginas
R$ 38,90

LOCK & MORI

por Luci Sciascia.

06/08/2017 17:48:00
 
Sherlock Holmes e Moriarty são personagens de romance juvenil em “Lock & Mori”
 
Um dos personagens mais icônicos da literatura mundial, Sherlock Holmes já inspirou as mais diferentes adaptações: filmes, séries, quadrinhos e até obras de arte. Agora, o detetive criado pelo escritor Arthur Conan Doyle aparece no universo das tramas juvenis. E quem conduz a trama é James Moriarty, outro nome importante da franquia escrita pelo britânico.
 
lock.jpg
 
Em "Lock & Mori", que chega às livrarias em agosto pela Galera, Sherlock Holmes é um adolescente brilhante, ainda lidando com as dificuldades do Ensino Médio. James Moriarty – que, nos livros de Doyle, é o arqui-inimigo do detetive – agora é uma menina, também bastante inteligente, colega de turma de Holmes.
 
O clima entre os dois geniozinhos é de disputa e, então, quando um assassinato acontece no Regent's Park, Holmes lança o desafio: ele duvida que Mori consiga solucionar o crime antes dele. Os dois selam o pacto, que tem uma única condição: eles precisam compartilhar todas as informações que encontrarem.
 
Mas, à medida que a investigação avança – e Mori fica cada vez mais atraída por Lock –, as coisas vão tomando um caminho sombrio: a menina descobre que o assassinato está ligado a seu próprio passado. E vai mentir não apenas para o parceiro, mas para todos à sua volta.
 
Para escrever seu primeiro livro, a autora Heather W. Petty, que é fã de histórias de mistério desde criança, recorreu a uma "brecha" na obra de Doyle: "Eu li um artigo sobre as relações de nêmesis que dizia que tudo que sabemos sobre Moriarty é o que Sherlock nos conta. E ele é o único que encontra com Moriarty nos livros originais. Isso me pareceu uma deliciosa lacuna na história, implorando para ser preenchida", diz, em seu site.
 
LOCK & MORI
(Lock & Mori)
HEATHER W. PETTY
Páginas: 256
Preço: R$ 39,90
Tradução: Regiane Winarski
Editora: Galera | Grupo Editorial Record

O QUE ACONTECEU NA NOSSA INFÂNCIA E O QUE FIZEMOS COM ISSO

por Redação.

02/08/2017 18:44:00
 
Autora do best-seller “A maternidade e o encontro com a própria sombra”, a psicoterapeuta argentina Laura Gutman é referência mundial na relação entre adultos e crianças. Em “O que aconteceu na nossa infância e o que fizemos com isso”, ela mostra como as experiências dos primeiros anos de vida, sobretudo no que diz respeito à interação das crianças com suas mães, influenciam na visão que temos sobre nós mesmos e estão ligadas às nossas angústias e aflições na vida adulta.
 
aconteceu.jpg
 
Por meio de um método próprio chamado “biografia humana”, Laura propõe o resgate à infância para que o consultante, como ela chama seus pacientes, possa encontrar sua verdade interior, desconectando-se daquilo que lhe foi transmitido quando era pequeno:
 
Nossas lembranças, experiências e interpretações estabeleceram-se sobre a base daquilo que alguém muito importante nos disse. Esse alguém, na maioria dos casos, foi a nossa mãe. Nós, os beagadores (profissionais treinados para acompanhar as biografias humanas), temos de detectar e desativar essa lealdade emocional porque estamos tentando encontrar a criança real que esse indivíduo foi. Sem opiniões contra nem a favor.”, escreve no livro.
 
A autora apresenta no livro situações reais vividas com seus pacientes para mostrar como as pessoas criam personagens, denominados por ela como bunkers, para lidar com suas fragilidades emocionais que começaram a ser desenvolvidas na infância.
 
O que aconteceu na nossa infância e o que fizemos com isso” indica o caminho para que as pessoas possam olhar com novos olhos sobre sua própria trama.
 
Com mais de dez livros publicados, Laura Gutman é considerada autoridade nos temas maternidade, família e relacionamentos interpessoais. O livro A maternidade e o encontro com a própria sombra já vendeu mais de 30.000 exemplares. Ela também é autora de “Mulheres visíveis, mães invisíveis”, “A biografia humana” e “O poder do discurso materno.”
 
O QUE ACONTECEU NA NOSSA INFÂNCIA E O QUE FIZEMOS COM ISSO
(Qué nos pasó cuando fuimos niños y qué hicimos con eso)
Laura Gutman
Tradução: Mariana Corullón
252 páginas
R$ 42,90
Editora BestSeller
(Grupo Editorial Record)

Perto o bastante para tocar

por Redação.

01/08/2017 00:31:00
 
Engraçado e de aquecer o coração, o romance de Oakley é uma história de amor fora do comum com personagens cativantes e humor afiado. A jornada da reclusa Jubilee é fascinante.” — Publishers Weekly
 
Jubilee tem uma doença rara: ela é alérgica ao toque de outras pessoas, o que dificulta o seu convívio social. Sua vida se resume a roupas compridas e luvas para que nunca seja pega desprevenida. Até que certa vez, no colégio, ela foi beijada por um garoto e quase morreu. Além do fato de ter ficado hospitalizada, Jubilee ainda precisou lidar com a descoberta de que tudo não passou de uma aposta.
 
perto.jpg
 
Humilhada, ela decidiu ficar em casa. Isso foi há nove anos e desde então Jubilee não pisou mais na rua. Pouco tempo depois do incidente na escola, sua mãe se casou e foi morar com o marido. Mas isto não foi um problema para Jubilee. Ela até se surpreendeu com a quantidade de coisas que poderia resolver através de um computador: faculdade, compras, cursos em Havard, pagar contas, conversar com desconhecidos em chats... Mas um dia seu padrasto ligou informando o falecimento da esposa e agora, sem a mesada que recebia da mãe, a jovem vai precisar arranjar um emprego. O que significa ter contato direto com outras pessoas.
 
Jubilee começa a trabalhar na biblioteca da cidade e é lá que conhece Eric, um homem divorciado que adotou o afilhado após os pais do menino falecerem. Deste encontro surge um interesse mútuo e Eric e Jubilee precisarão superar diversas situações para ficarem juntos.
 
Perto o bastante para tocar
Colleen Oakley
Páginas: 350
Preço: R$ 39,90
Tradução: Valéria Lamim
Editora: Bertrand Brasil | Grupo Editorial Record

HOMENS DE ARMAS

por Redação.

29/07/2017 22:06:00
 
Bertrand Brasil lança novo título da série “Discworld”, de Terry Pratchett
 
Um dos dez autores britânicos mais vendidos de todos os tempos, Terry Pratchett está entre os maiores e mais queridos nomes da literatura fantástica no mundo. Sua série mais famosa, “Discworld”, já vendeu mais de 80 milhões de exemplares em 37 idiomas. Nos 41 livros já lançados da franquia, ele se inspira nas tramas mitológicas e folclóricas de autores como J. R. R. Tolkien e H. P. Lovecraft, mas sempre com seu tom de sátira e comentários sobre a política e a cultura contemporâneas. Em julho, chega às livrarias “Homens de armas”, terceiro volume de “Discworld” lançado pela Bertrand Brasil.
 
armas.jpg
 
Discworld é um universo ficcional – de fato um disco achatado que se equilibra no dorso de quatro elefantes, por sua vez sustentados por uma tartaruga gigante – habitado pelos tipos mais diversos. Em “Homens de armas”, quem está no cerne da história é o time de vigilantes noturnos da Guarda Municipal da cidade de Ankh-Morpork. O grupo vai ter que lidar com ameaçadas inimagináveis quando surge a primeira arma de fogo da história de Discworld.
 
A partir das aventuras do Cabo Cenoura (tecnicamente um anão), do Policial-Lanceiro Porrete (de fato um anão), do Policial-Lanceiro Detritus (um troll), da Policial-Lanceira Angua (uma mulher... na maior parte do tempo) e do Cabo Nobbs (desqualificado da raça humana por agressão física), Pratchett reflete sobre política e violência com ironia e humor negro. 
 
HOMENS DE ARMAS
(Men at arms)
TERRY PRATCHETT
Páginas: 336
Preço: R$ 44,90
Tradução: Alex Mandarino
Editora: Bertrand Brasil | Grupo Editorial Record