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Polícia

por Redação.

City Portal
11/07/2017 17:07:00
 
Ao longo dos anos, o inspetor Harry Hole salvou a vida de muitas pessoas, ainda que com os seus métodos pouco ortodoxos. Mas, desta vez, algo terrível ronda a cidade de Oslo.
 
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Há uma nova série de execuções e o assassino está focado em matar apenas policiais. Todas as vítimas tinham casos sem solução no currículo e foram mortas no mesmo local e na mesma data em que estes episódios aconteceram.  O serial-killer é esperto, consegue fugir sem deixar pistas, o que coloca a polícia de Oslo está sob pressão.
 
O atual chefe do departamento é Mikael Bellman, desafeto de Hole e policial de conduta questionável. O inspetor, por sua vez, está afastado do trabalho na polícia, mas precisará voltar e colocar em prática tudo o que sabe se quiser prender o assassino.
 
Jo Nesbø já vendeu mais de 33 milhões de exemplares no mundo. A primeira aventura do detetive Harry Hole começou há 20 anos. De lá para cá, o personagem ganhou fama e, em breve será adaptado para o cinema. Ainda este ano, “Boneco de neve”, um dos livros da série, chegará às telonas com o alemão Michael Fassbender, de “12 anos de escravidão”, no papel do protagonista. O filme terá direção de Tomas Alfredson, de “Deixe ela entrar”.
 
O autor vive em Oslo. É músico e economista, além de um dos escritores mais bem-sucedidos e aclamados na Europa atualmente. É autor de Garganta vermelha, A estrela do diabo e O redentor, entre outros títulos publicados pela Editora Record.
 
Polícia
Jo Nesbø
Páginas: 546
Preço: R$ 54,90
Tradução: Kristin Garrubo

O Diabo ataca em Wimbledon

por Redação.

City Portal
29/06/2017 20:08:00
 
Record lança “O Diabo ataca em Wimbledon”, livro da mesma autora de “O Diabo veste Prada
 
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Aos 24 anos, Charlie é uma tenista profissional prestes a estrear na quadra Central de Wimbledon, o lugar de maior prestígio para um jogador de tênis.  Tudo parecia correr bem - até o príncipe Harry e o David Beckham estavam assistindo - e Charlie estava confiante de que conseguiria ganhar de uma competidora algumas colocações abaixo da sua. Porém, seu tênis estava fora dos padrões exigidos pela Liga, o que a obriga a usar outro modelo e não o do seu patrocinador. É aí que as coisas começam a desandar. Com um calçado duro e mais pesado, Charlotte se desconcentra da partida, mas consegue reverter um set quase perdido. Tamanho esforço deixa o seu pé todo machucado e com câimbras. Ela só precisava de mais um ponto para fechar o jogo, mas em vez disto, acaba rompendo o ligamento do tendão de Aquiles e fraturando o pulso.
 
Para uma atleta de ponta como Charlotte, uma fratura tão séria pode fazer com que ela não volte a jogar como antes. Quando sua técnica sugere a aposentadoria, a tenista decide que é hora de reunir todas as suas forças e mostrar que é possível, sim, superar. E mais: Charlie quer mostrar que consegue chegar ao topo do ranking.  Visando a meta, ela contrata ninguém menos que Todd Feltner, um excelente treinador de tênis que fez sucesso com atletas como Rafael Nadal, mas que também é conhecido por ser extremamente grosseiro.
 
Sob a nova coordenação impiedosa de Todd, Charlie, a menina boa, fica no passado. Seu novo treinador só quer saber de Charlie, a “Princesa Guerreira”. Afinal de contas, ninguém chega ao topo sendo bonzinho. De Wimbledon ao Caribe, do US Open ao Mediterrâneo, “O diabo ataca em Wimbledon” é uma obra perversamente divertida que passeia por um mundo onde as apostas são altas — e as regras do jogo nem sempre são respeitadas.
 
Lauren Weisberger é best-seller do New York Times e seus livros já venderam mais de 13 milhões de exemplares no mundo.  “O diabo ataca em Wimbledon” chega às livrarias em julho pela Record. 
 
O Diabo ataca em Wimbledon
Lauren Weisberger
Páginas: 400
Preço: R$ 42,90
Tradução: Val Ivonica
Editora: Record | Grupo Editorial Record

A MONTANHA

por Redação.

City Portal
24/06/2017 23:12:00
 
A montanha” é um romance de suspense e aventura da escritora canadense Lori Lansens, autora de “Um rosto bonito
 
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Personagens fortes e marcantes e uma história psicologicamente rica e repleta de suspense...Lansens leva o leitor até o âmago do suplício: dias tenebrosos com quase nenhuma comida ou água, presos em um cânion visivelmente impossível de descer.”
Booklist
 
No dia de seu aniversário de 18 anos, após a morte de um amigo e a prisão de seu pai por causa de um homicídio, Wolf Truly decide subir a montanha do Pico do Anjo e se atirar de lá.  Mas, no meio do caminho, ele acaba encontrando três mulheres que mudarão o rumo de sua vida. Depois de uma série de infortúnios, o grupo passa cinco dias no frio, sem comida, água e abrigo, em meio à natureza selvagem.
 
O livro é contado, muitos anos mais tarde, de forma confessional por Wolf. Ele relata a história para o filho Daniel, que está prestes a entrar na faculdade. O pai considera que agora ele está pronto para descobrir tudo o que aconteceu naquela experiência dramática na floresta, em que uma das mulheres não sobreviveu.
 
Com inúmeras reviravoltas, “A montanha” fala sobre perda, esperança, redenção e sacrifício.
 
Trecho:
 
Quando você era pequeno, às vezes me fitava em momentos de silêncio e perguntava se eu estava pensando na montanha. Eu quase sempre estava. Você me perguntava se eu sonhava com isso. Sonhava. E ainda sonho, principalmente agora. Às vezes, acordo em pânico. Às vezes, com saudade de velhos amigos. 
Sua mãe? Ela sempre disse que não precisava conhecer os detalhes sórdidos. Mesmo assim,  ambos sabíamos que esse dia acabaria chegando, e, depois que você terminar de ler esta carta, terá de ser a vez dela. Tenho medo de haver guardado a história da montanha por muito tempo e que ela corra risco de morrer na floresta. Mamãe bem que desejaria que isso já tivesse acontecido.
Aqui está, Danny. Durante a leitura, não se esqueça do lema da sua família: haverá oscilações.
 
A MONTANHA
(The mountain story)
Lori Lanses
Tradução: Ana Maria Mesquita
322 páginas
R$ 49,90
Editora Bertrand Brasil
(Grupo Editorial Record)

Record lança livro de textos inéditos de Umberto Eco publicados em jornal italiano

por Redação.

ity Portal
24/06/2017 23:15:00
 
Autor escreve sobre política, filosofia, literatura, feminismo, racismo, internet, entre outros, e identifica em suas crônicas temas da “sociedade líquida” definida por Bauman
 
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Quando criou sua coluna no L’Espresso, em 1985, Umberto Eco se inspirou nas caixinhas de fósforos Minerva, que, segundo ele, ofereciam dois espaços em branco, nos quais era possível tomar notas. “Era assim que eu via aquelas intervenções: breves anotações e divagações sobre os mais variados temas que me passavam pela cabeça – em geral inspirados na atualidade, mas não somente, pois podia incluir em atualidades o fato de ter sido tomado, numa bela noite, pelo súbito desejo de reler, sei lá, uma página de Heródoto, uma fábula de Grimm ou uma revistinha do Popeye”, escreve Eco, na introdução de Pape Satàn Aleppe, seu último livro inédito, que inclui as crônicas de sua coluna “La Bustina di Minerva” publicadas no jornal italiano de 2000 a 2015. O autor de “O nome da rosa” morreu em fevereiro de 2016.
 
Segundo Eco, os textos reunidos neste livro são reflexões sobre os fenômenos do que o filósofo Zigmunt Bauman definiu como “sociedade líquida”, afetada pela crise do Estado como instituição que garantia aos indivíduos proteção e possibilidade de resolver, de modo coletivo e homogêneo, os problemas do nosso tempo. Para Bauman, sobre quem Eco abre a série de artigos do livro, a sociedade líquida é afetada por crises ideológicas e dos partidos e é profundamente fincada em valores individuais e voláteis. É sobre isso e muitos outros assuntos que Eco escreve e articula nesses pequenos ensaios, ou “bustinas”, como carinhosamente a eles se refere.
 
Com um texto extremamente refinado, cheio de humor e um certo deboche, Umberto Eco escreve sobre livros, internet, tecnologia, racismo, política, imprensa, educação, religião, filosofia, individualismo, privacidade, entre outros. Numa crônica sobre o twitter, de 2013, antecipa o que tanto discutimos hoje sobre os boatos de internet, cunhados como pós-verdade, que foi eleita a palavra-conceito do ano em 2016, pelo Dicionário Oxford. “A irrelevância das opiniões expressas no Twitter é que todos falam, e entre estes todos há quem acredite nas aparições de Nossa Senhora de Medjugorje, quem frequente cartomantes, quem ache que o 11 de Setembro foi arquitetado pelos judeus, quem acredite em Dan Brown. Sempre me fascinaram as mensagens do Twitter que aparecem embaixo durante as entrevistas do talk-show de Telese e Porro. Falam de tudo e mais alguma coisa, um contradiz o outro e todos juntos não dão uma ideia do que pensam as pessoas, mas apenas do que pensam certos pensadores desarvorados.
 
Numa “Bustina” de 2001, ele defende o fenômeno Harry Potter e sua autora, J.K.Rowling, contra os que diziam que as histórias do bruxinho continham ideias diabólicas. “Se o clima é este, creio que devo entrar em campo a favor de Harry Potter. As histórias são, é claro, histórias de magos e feiticeiros e é óbvio que teriam sucesso, pois as crianças sempre gostaram de fadas, anões, dragões e bruxos e ninguém nunca pensou que Branca de Neve fosse criação de um complô de Satanás, e se tiveram e ainda têm sucesso é porque sua autora (não sei se por cultíssimo cálculo ou prodigioso instinto) soube colocar em cena situações narrativas verdadeiramente arquetípicas.” Para Eco, as histórias passadas em Hogwarts e o sofrimento de Potter trazem elementos de contos como O Patinho Feio e Cinderela, clássicos como “Oliver Twist” e “Os meninos da rua Paulo” e até personagens como Mary Poppins e Peter Pan.
 
Em 2013, já antenado com a força do movimento feminista, escreve uma coluna sobre como as mulheres filósofas foram apagadas da história e preconceitos como os que às mulheres cabiam a poesia e não a matemática foram difundidos ao longo do tempo. Citando um livro francês, ele enumera, no texto, o nome de várias filósofas, lembrando que uma delas, Hipátia de Alexandria, foi escolhida como heroína pelo movimento feminista, mas pouco restou de sua obra. “Folheei pelo menos três enciclopédias filosóficas hodiernas e não encontrei nenhum traço destes nomes (exceto Hipátia). Não é que não existissem mulheres que filosofassem. É que os filósofos preferiram esquecê-las, talvez depois de terem se apropriado de suas ideias.
 
Cético com relação à internet (“as redes sociais deram voz aos imbecis”, disse numa de suas últimas entrevistas) e crítico da grande mídia (seu último romance, “Número zero”, girava em torno de um jornal planejado para intimidar adversários de seu dono, com jornalistas medíocres e uma edição que nunca seria publicada), Eco também desconfiava das grandes invenções do século em que viveu, o XX. Listando tudo de relevante que foi inventado no XIX, ele debocha da atualidade. “Claro, nosso século nos deu a eletrônica, a penicilina e tantos outros fármacos que alongaram nossa vida, as matérias plásticas, a fusão nuclear, a televisão e a navegação espacial. Talvez alguma coisa tenha me escapado, mas também é verdade que hoje as canetas-tinteiro e os relógios mais caros tentam reproduzir os modelos clássicos de cem anos atrás, e numa velha Bustina observei que o último aperfeiçoamento no campo das comunicações — que seria a internet — veio superar a telegrafia sem fios inventada por Marconi com uma telegrafia com 
fios, ou seja, marca o retorno (para trás) do rádio para o telefone. No que diz respeito a pelo menos duas invenções típicas do nosso século, as matérias plásticas e a fusão nuclear, todos estão tentando desinventá-las, pois perceberam que prejudicam o planeta. O progresso não consiste necessariamente em ir sempre adiante a qualquer custo.”
 
Bem ao estilo de toda reunião de crônicas, estas trazem assuntos tão diversos que o autor, reconhecendo a miscelânea, própria de nossos tempos líquidos, decidiu nomeá-las de Pape Satàn Aleppe, uma citação da “Divina Comédia”, de Dante. Ele explica: “A citação é evidentemente dantesca (“Pape Satàn, pape Satàn aleppe, Inferno, VII, 1), mas como se sabe, embora uma profusão de comentaristas tenha tentado encontrar um sentido para o verso, a maior parte deles concluiu que não tem nenhum significado preciso. Em todo caso, pronunciadas por Pluto, estas palavras confundem as ideias e podem se prestar a qualquer diabrura. Achei, portanto, oportuno usá-las como título desta  coletânea que, menos por culpa minha do que por culpa dos tempos, é desconexa, vai do galo ao asno — como diriam os franceses — e reflete a natureza líquida destes quinze anos.
 
O livro chega às livrarias em junho, pela Record.
 
TRECHO DA CRÔNICA “DAR TCHAUZINHO”, DE 2002
 
Então, numa época de grandes e contínuos deslocamentos, onde todos sentem a falta da cidade natal e das próprias raízes, onde o outro é alguém com quem nos comunicamos a distância via internet, parece natural que os seres humanos busquem reconhecimento por outras vias e a praça da aldeia seja substituída pela plateia quase planetária das transmissões de TV ou de qualquer coisa que vier substituí-la.
Mas talvez nem mesmo os professores ou quem vier a assumir seu lugar serão capazes de recordar que naquele tempo antigo vigorava uma distinção muito rígida entre ser famoso e ser falado. Todos queriam ser famosos como o melhor arqueiro ou a melhor bailarina, mas ninguém queria cair na boca do povo como o maior corno da cidade, o impotente desmascarado, a puta desrespeitosa. Como medida preventiva, a puta procurava espalhar que era bailarina e o impotente contava falsas aventuras sexuais pantagruélicas. No mundo do futuro (se for parecido com o que hoje se configura) tal distinção desaparecerá: para serem “vistas” ou “faladas” as pessoas estarão dispostas a fazer qualquer coisa. Não haverá diferença entre a fama do grande imunologista e a do moleque que matou a mãe a machadadas, entre o grande amante e o vencedor da disputa planetária pelo menor membro viril, entre quem funda um leprosário na África central e quem frauda melhor os impostos. Tudo pode servir, desde que se consiga aparecer e ser reconhecido no 
dia seguinte pelo vendedor do supermercado (ou pelo banqueiro).
Se para alguns posso parecer apocalíptico, pergunto o que significa hoje (ou melhor, há décadas) colocar-se atrás de um sujeito com microfone para aparecer dando tchauzinho ou participar de um programa de perguntas e respostas, mesmo sem saber sequer que uma andorinha só não faz verão. Que importa, ficarão famosos! Mas não sou apocalíptico. Talvez o menino de quem falo se torne adepto de uma nova seita que preconize esconder-se do mundo, exilar-se no deserto, sepultar-se num claustro e cujo objetivo seja o orgulho do silêncio. No fundo, isso já aconteceu no ocaso de uma era, quando os imperadores começaram a transformar seus próprios cavalos em senadores.”
 
PAPE SATÀN ALEPPE    
Umberto Eco
Tradução: Eliana Aguiar
Páginas: 420
Preço: R$ 59,90
Editora: Record / Grupo Editorial Record

O ARQUITETO DE PARIS

por Redação.

City Portal
08/06/2017 23:53:00
 
Bertrand lança romance de estreia de arquiteto francês que se passa na Paris ocupada da Segunda Guerra
 
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Até que ponto você iria para ajudar um desconhecido? O que arriscaria? Trocaria a sua vida pela de outro em nome do que é certo? [...] Paixão, heroísmo relutante e arte se mesclam nesse livro envolvente e arrepiante.” —  Publishers Weekly
 
Um romance de estreia emocionante, ambientado na Paris da Segunda Guerra Mundial e escrito por um autor que já foi chamado de ‘o próximo Ken Follett’.” — Booklist
 
O thriller histórico de Charles Belfoure entrega um suspense do nível de A Lista de Schindler e da Paris ocupada dos livros de Alan Furst nessa tensa história de um arquiteto escondendo judeus do regime nazista.” — Julie Kramer
 
Combinando seu passado arquitetônico e seu conhecimento da história e da cultura de Paris, Belfoure narra uma história intrigante sobre as pessoas que arriscaram a própria vida para salvar indivíduos que frequentemente não tinham nada a oferecer em troca além de gratidão.” — Deseret News
 
Na Paris de 1942, o talentoso arquiteto Lucien Bernard aceita uma encomenda que lhe renderá uma boa quantia de dinheiro, mas que talvez o leve à morte. Se for esperto o bastante, porém, poderá se safar de qualquer problema. Tudo o que precisa fazer é projetar um esconderijo secreto para um rico judeu, um que nem o mais determinado dos oficiais alemães será capaz de encontrar.
Lucien precisa do dinheiro, e enganar os nazistas que ocupam sua amada cidade é um desafio ao qual ele não consegue resistir. Mas, quando um dos esconderijos projetados falha horrivelmente e a situação dos judeus na França se torna um assunto terrivelmente pessoal, não é mais possível ignorar o que verdadeiramente está em jogo.
Escrito por um arquiteto cujo conhecimento fica evidente a cada página, a história se torna cada vez mais emocionante à medida que mais almas são escondidas e mais vidas são salvas.
 
O ARQUITETO DE PARIS
Charles Belfoure
Tradução: Paulo Machado Afonso
Páginas: 392
Preço: R$ 49,90
Editora: Bertrand Brasil / Grupo Editorial Record