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A SENHORA DE WILDFELL HALL

por Redação.

City Portal
08/06/2017 23:41:00
 
Record lança “A senhora de Wildfell Hall”, romance de Anne Brontë, a irmã mais nova de Charlotte e Emily
Leia no blog texto da tradutora sobre a obra e prefácio escrito pela autora para a segunda edição do livro: http://bit.ly/WildfellHall
 
Anne Brontë faz parte de uma dinastia literária que dominou a literatura inglesa por quase 200 anos.” – The Guardian
 
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A senhora de Wildfell Hall é a história da viúva Helen Graham e seu filho Arthur, que, quando se mudam para a mansão quase abandonada de Wildfell Hall, no interior da Inglaterra, passam a conviver com as intrigas da vizinhança, que desconfia de seu passado misterioso. Quem conta a história, por meio de uma longa carta a um cunhado, é o jovem Gilbert Markham, um fazendeiro que se apaixona por Helen e tenta protegê-la das fofocas do vilarejo. O segredo de Helen será revelado na segunda parte do livro, quando ela entrega seu diário a Markham. Helen sofreu nas mãos de um marido alcoólatra, agressivo e infiel. Suas posições contra os casamentos arranjados, seu ímpeto de viver de seu trabalho como pintora, independente da família, e seus questionamentos sobre a forma de criar e educar filhos homens fazem da personagem uma mulher forte, bem à frente de seu tempo.
 
Helen foi criada por Anne Brontë, filha mais nova da família Brontë, irmã de Emily Brontë, autora de O morro dos ventos uivantes, e de Charlotte Brontë, autora de Jane Eyre – livros clássicos e reeditados até hoje. Numa  Europa conservadora do século XIX, Anne Brontë precisou usar um pseudônimo masculino para que seus livros fossem lançados, assim como suas irmãs. Ao ser acusada de exagerada pela descrição das relações desproporcionais entre homens e mulheres, Anne escreveu um prefácio à segunda edição – incluído neste volume –, no qual defende sua opção por mostrar as piores verdades, sem suavizações ou rodeios, a fim de educar seus leitores e impedir que cometessem os erros de seus personagens.
 
A senhora de Wildfell Hall, no entanto, foi considerado obscuro até mesmo por suas irmãs, uma vez que propunha temas considerados tabus na época. Acometida pela tuberculose, a autora teve uma vida breve. Antes de falecer, suas últimas palavras, direcionadas à irmã, foram: “Coragem, Charlotte.”
 
Esta tradução usa o texto integral de A senhora de Wildfell Hall e procura manter toda a complexidade e a ousadia desse romance corajoso no qual Anne Brontë mostrou toda a sua força literária”, escreve a tradutora e escritora Julia Romeu, no prefácio a esta edição, que chega às livrarias no fim de maio, pela Record.
 
A SENHORA DE WILDFELL HALL
Anne Brontë
Páginas: 504
Preço: R$ 59,90
Tradução: Julia Romeu
Editora: Record

O ABERTO – O HOMEM E O ANIMAL

por Redação.

City Portal
07/06/2017 21:37:00
 
Civilização Brasileira lança nova edição de “O aberto”, do filósofo italiano Giorgio Agamben
 
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Um dos principais livros de um dos grandes filósofos da atualidade, “O aberto” volta às livrarias em maio, em edição revista e com nova capa, pela Civilização Brasileira. Na obra, Giorgio Agamben examina as distinções feitas entre homem e animal em diferentes correntes do pensamento ocidental. Para isso, ele parte de textos de várias épocas: de antigos gregos, cristãos e judaicos até pensadores do século XX como Martin Heidegger e Walter Benjamin.
 
Referência para estudantes de diferentes áreas do saber, do direito à filosofia, passando por sociologia e psicologia, Agamben também usa essa interdisciplinaridade em suas investigações em “O aberto”. O autor analisa as implicações que a distinção entre homem e animal tiveram em disciplinas díspares, como filosofia, antropologia, medicina e política.
 
A nova edição de “O aberto” é parte do projeto de atualização da coleção “Sujeito e história”, organizada por Joel Birman, que estabelece um diálogo entre a psicanálise e as demais ciências humanas. A Civilização Brasileira já lançou, desde 2015, novas versões de “Manifesto pela psicanálise”, de Erik Porge, Franck Chaumon, Guy Lérès, Michel Plon, Pierre Bruno e Sophie Aouill; “Problemas de gênero”, de Judith Butler; além de “Gramáticas do erotismo” e “Arquivos do mal-estar e da resistência”, do próprio Birman.
 
O ABERTO – O HOMEM E O ANIMAL
(L’aperto –  L’uomo e l’animale)
GIORGIO AGAMBEN
Páginas: 160
Preço: R$ 39,90
Tradução: Pedro Barbosa Mendes
Editora: Civilização Brasileira | Grupo Editorial Record

PESSOA MÚLTIPLE (ANTOLOGIA BILÍNGUE)

por Redação.

City Portal
07/06/2017 21:21:00
 
Por Fernando Pessoa
Edição, tradução e notas de Jerónimo Pizarro e Nicolás Barbosa
 
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Não há autor de língua portuguesa mais reconhecido hoje que Fernando Pessoa, uma figura de destaque do século XX e da literatura universal. Esta antologia é a primeira a reunir, em um só volume, uma parte de toda a produção poética pessoana, os versos ingleses e franceses e livros tão importantes como Rubayiat e Quadras, entre outros. Pessoa Múltiplo é um convite para ler a poesia pessoana em toda a sua extensão, variedade e multiplicidade.
 
SOBRE O AUTOR
 
Fernando Pessoa (1888 – 1935) é hoje a principal referência literária dos países de expressão portuguesa no mundo. Inventor de outros autores – seus célebres heterônimos (Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos) e de mais de 130 autores fictícios –, Pessoa deixou uma obra universal para a posteridade. Após sua morte, em seus "baús cheios de gente", foram encontrados mais de 30 mil escritos que, ainda hoje, continuam sendo editados e que, pouco a pouco, vão sendo conhecidos em toda a sua amplitude.
 
SOBRE OS ANTOLOGISTAS
 
Jerónimo Pizarro é professor, tradutor, crítico e editor, responsável pela maior parte das novas edições e séries de textos de Fernando Pessoa publicadas em Portugal desde 2006.
Professor da Universidade dos Andes, titular da Cátedra de Estudos Portugueses do Instituto Camões na Colômbia e vencedor do Prêmio Eduardo Lourenço (2013), Pizarro voltou a abrir os baús pessoanos e redescobriu A Biblioteca Particular de Fernando Pessoa, para fazer referência ao título de um dos livros de sua bibliografia.
Foi o Comissário da visita de Portugal à Feira Internacional do Livro de Bogotá (FILBo) e há vários anos coordena a visita de escritores de língua portuguesa à Colômbia.
Coeditor da revista Pessoa Plural, assíduo organizador de colóquios e exposições, atualmente dirige a Coleção Pessoa de Tinta-da-china.
 
Nicolás Barbosa, formado pela Universidade do Andes e atualmente estudante de PhD em Literatura Portuguesa da Universidade Brown (E.U.A.), é responsável por mais de uma dezena de obras portuguesas traduzidas para o espanhol, atividade que, nos últimos anos, alternou com seu trabalho como professor de línguas da Universidade Nacional e a consultoria cultural da FILBo 2016.
 
PESSOA MÚLTIPLE (ANTOLOGIA BILÍNGUE)
Editora: Fondo de Cultura Económica - Colômbia
Coleção: Poesia
Páginas: 544
Formato: 14,5 x 23 cm
Encadernação: Brochura
ISBN: 978-958-8249-07-0
Preço: R$ 120,00

TROTSKI, uma biografia

por Redação.

City Portal
07/06/2017 21:07:00
 
Autor das biografias de Stalin e Lenin, Robert Service encerra trilogia sobre líderes soviéticos com livro sobre a história de Trotski
 
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Trotski, uma biografia” faz parte de uma série de livros que a Record publica este ano por ocasião do centenário da Revolução Russa
 
Respeitado autor de biografias e livros históricos como "Camaradas: uma história do comunismo mundial", Robert Service apresenta em "Trotsky, uma biografia" um trabalho primoroso de pesquisa sobre a vida pública e privada do político e filósofo, que foi um dos principais responsáveis pela construção do Exército Vermelho.
 
Na primeira biografia de Trotski escrita fora da Rússia por um autor que não é trotskista, o líder soviético é revelado como uma figura egocêntrica, de poucos amigos e com personalidade obsessiva. A obra analisa, entre outros temas, suas contribuições na Revolução de 1917, suas diferenças com Lenin, a ruptura com Stalin e os anos no exílio.
 
No livro, Service relata que Trotski dizia que a situação da URSS teria sido radicalmente diferente se ele e sua facção tivessem conquistado a supremacia. O socialista acreditava que ao menos eles teriam lutado pela democratização da política soviética e contido a maré da contrarrevolução, do governo arbitrário de Stalin. Para ele, os trabalhadores teriam ficado a seu lado, se não tivessem sido impedidos de fazê-lo pela ação opressiva da polícia.
 
Trotski, uma biografia” chega às livrarias no fim de maio pela Editora Record.
 
Trecho:
 
O próprio Trotski escreveu um vívido conjunto de memórias em 1930, dez anos antes de morrer. Seu seguidor Isaac Deutscher escreveu uma trilogia de grande verve literária em 1954-1963, e o trotskista francês Pierre Broué produziu um estudo em volume único em 1989. Trotski e Deutscher escreviam com brio, e não tenho a pretensão de me haver equiparado a seu estilo. Mas afirmo que Trotski foi seletivo, evasivo e autoengrandecedor em seu relato, e que Deutscher e Broué deixaram de fazer muitas das perguntas incômodas e necessárias a respeito dele. Broué era um idólatra; Deutscher, mesmo acreditando que o regime soviético depois de Stalin poderia corrigir-se e construir uma ordem comunista humana,rezava pela cartilha de Trotski. Trotski e Deutscher escreveram livros que ganharam influência duradoura, muito além do perímetro da extrema esquerda política, e seus juízos altamente questionáveis foram tratados, com demasiada frequência, como a última palavra sobre o assunto. Era o que queriam. A história da Revolução 
Russa, no entanto, merece uma abordagem mais investigativa, e esta biografia tenciona contribuir para isso.”
 
TROTSKI, uma biografia
De Robert Service
Tradução de Vera Ribeiro
770 páginas
R$ 94,90
Editora Record
(Grupo Editorial Record)

Nova edição de “Belas maldições”, de Neil Gaiman e Terry Pratchett, chega às livrarias

por Redação.

City Portal
09/05/2017 14:12:00
 
A obra, escrita em conjunto por dois dos maiores autores de fantasia do mundo, vai ganhar uma versão para a TV em 2018
 
Parceria entre dois dos maiores autores de fantasia do mundo, “Belas maldições”, de Neil Gaiman e Terry Pratchett, é o livro favorito de muitos fãs do gênero. Em maio, a Bertrand Brasil lança edição revisada e com capa renovada da obra, que vai ganhar uma adaptação para a TV em 2018.
 
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A trama acompanha dezenas de personagens no que parecem ser os últimos dias antes do fim do mundo. Crowley, um demônio, e Aziraphale, um anjo, representam o que há de Bom e Mau no planeta. Mas, depois de 4 mil anos vivendo por aqui, eles se tornaram grandes amigos e desenvolveram certo gosto pela humanidade. Para tentar evitar o armagedom, eles precisam encontrar o Anticristo, um menino de 11 anos.
 
Mas a tarefa não será das mais fáceis, porque aparentemente o Anticristo foi confundido na maternidade e acabou crescendo no lugar errado, com a família errada. No caminho, eles ainda vão topar com uma jovem bruxa que foi a única a prever corretamente o fim do mundo, alguns caçadores de bruxa e até os quatro cavaleiros do apocalipse, que têm trabalhos bem mundanos: Guerra e Fome, por exemplo, são respectivamente uma repórter correspondente de guerra e um magnata do fast food.
 
Descrito pelo jornal San Francisco Chronicle como “o Livro do Apocalipse como se fosse reescrito pelo Monty Python”, “Belas maldições” reúne as melhores características dos dois autores, num mergulho hilário e um tantinho nonsense num mundo de fantasia cheio de referências.
 
Produzida pela BBC Studios, a série de TV inspirada em “Belas maldições” será exibida pela Amazon em 2018. O próprio Neil Gaiman escreveu os roteiros dos seis episódios. “Há quase 30 anos, Terry Pratchett e eu escrevemos o livro mais engraçado que conseguimos conceber sobre o fim do mundo, povoado por anjos, demônios, um anticristo de 11 anos e os quatro cavaleiros do apocalipse. É o livro favorito de muita gente. E, três décadas depois, ele vai chegar às telas. Gostaria que Sir Terry estivesse vivo para ver isso”, disse Gaiman num comunicado em janeiro, quando a produção foi anunciada.
 
TRECHO:
 
Muitos, ao conhecer Aziraphale, formavam três impressões: de que ele era inglês, de que ele era inteligente e de que ele era mais gay que uma árvore repleta de macacos chapados com óxido nitroso. Duas das três estavam erradas: o Céu não fica na Inglaterra, apesar do que certos poetas possam ter pensado, e anjos não têm sexo a menos que queiram mesmo fazer um esforço. Mas inteligente ele era. E aquela se tratava de uma inteligência angélica que, ainda que não particularmente mais elevada que a inteligência humana, era muito mais ampla e tinha a vantagem de anos de prática.
Aziraphale foi o primeiro anjo a possuir um computador. Era uma máquina baratinha, lenta e de plástico, muito alardeada como ideal para o pequeno empresário. Aziraphale o usava religiosamente para fazer suas contas, que eram de uma precisão tão escrupulosa que as autoridades de renda o investigaram cinco vezes, sob a crença firme de que ele tinha que estar dissimulando um crime em algum lugar.”
 
BELAS MALDIÇÕES
(Good omens)
NEIL GAIMAN E TERRY PRATCHETT
Páginas: 350
Preço: R$ 42,90
Tradução: Fábio Fernandes
Editora: Bertrand Brasil | Grupo Editorial Record