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SÃO PAULO recebe mais uma edição do SALÃO do ESTUDANTE

por Redação.

City Portal
25/02/2016 20:56:00
 
A maior feira de educação internacional da América Latina, o Salão do Estudante, chega a sua 22º edição com muitas novidades para quem quer estudar no exterior. Organizado pela Business Marketing International (BMI), o evento passa por seis cidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Salvador e Belo Horizonte) e contará com seminários, especialistas em intercâmbio e viagens, além da participação de mais de 100 instituições de ensino de diversos países como Argentina, Austrália, Canadá, China, Dinamarca, França, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, África do Sul, Espanha, Suíça, Trindade e Tobago, Emirados Árabe, Reino Unido, Estados Unidos, Lituânia, Alemanha, Malta, Colômbia, Malásia e Peru.
 
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No evento, os visitantes poderão encontrar informações sobre cursos de idioma, ensino médio, graduação, pós – graduação, MBA, mestrado, doutorado, cursos técnicos, preparação universitária, programas de au pair, além de oportunidades para estudar e trabalhar no exterior.
 
Questões como custos de passagens, tipos de acomodações, informações para se conseguir o passaporte e o visto de cada país poderão ser respondidas também no Salão. As instituições participantes ainda oferecem condições e descontos especiais para os visitantes dentro do evento. 
 
Um diferencial do Salão do Estudante nesta edição é o pavilhão especial de graduação e pós-graduação, organizado pela Campus Global. O projeto visa auxiliar os visitantes interessados nesse tipo de curso, sanando dúvidas em relação a qual curso ou universidade estudar, quais são os requisitos para admissão numa universidade estrangeira, como é o processo seletivo e os deadlines de inscrição, as opções de financiamento estudantil, os serviços de apoio ao estudante que a universidade oferece, qual o exame admissional necessário para ingressar nas instituições, etc.
 
O Salão do Estudante também apoia as ações do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Durante a feira, o visitante poderá visitar o estande do Fundo e participar da melhoria da educação para crianças e adolescentes no Brasil e no mundo.
 
Aula experimental
 
O Salão do Estudante, em parceria com a Universidade de Delaware, vai proporcionar aos visitantes a experiência de estudar inglês como se estivessem nos Estados Unidos. As aulas contarão com informações sobre cultura local e dicas de conversação com os professores americanos, ambiente que promove a sensação de como é estudar em uma instituição norte-americana de prestígio, durante cinco turnos por dia cobrindo todos os níveis de conversação, do básico ao avançado.
 
Para participar, os alunos deverão fazer um rápido teste, no próprio dia, antes de serem encaminhados para o nível compatível com os seus conhecimentos. A participação é gratuita para todos os visitantes e as aulas acontecerão em: São Paulo, Rio de Janeiro (Copacabana), Curitiba, Salvador e Belo Horizonte. As vagas serão limitadas e de acordo com a ordem de chegada.
 
Em São Paulo, a feira acontecerá nos dias 27 e 28 de fevereiro, das 14h às 19h, no Centro de Eventos São Luís e terá duas salas para os seminários que vão das 14h30 às 18h30.
 
São Paulo
Data: 27 e 28 de fevereiro    
Horário: 14h às 19h
Local: Centro de Eventos do Colégio São Luís (R. Luis Coelho, 323 - Consolação)
Entrada: gratuita
Informações e cadastro no site da feira: http://www.salaodoestudante.com.br

Brasil é segundo país com pior nível de aprendizado, aponta estudo da OCDE

por Redação.

City Portal
10/02/2016 16:39:00
 
O Brasil tem o segundo maior número de estudantes com baixa performance em matemática básica, ciências e leitura em uma lista de 64 países de todo o mundo. Cerca de 12,9 milhões de estudantes com 15 anos de idade - de um total de 15,1 milhões que compõem o universo do estudo - não têm capacidades elementares para compreender o que leem, nem conhecimentos essenciais de matemática e ciências. Destes, 1,1 milhão são brasileiros.
 
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As conclusões constam de uma análise sobre qualidade da educação de jovens publicada nesta quarta-feira, 10, pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris. O relatório, intitulado "Alunos de baixo desempenho: por que ficam para trás e como ajudá-los?", baseia-se em dados de 2012 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), da própria organização.
 
Dos 64 países analisados, o Brasil ficou atrás apenas da Indonésia, que tem 1,7 milhão de estudantes com baixo desempenho. Em termos percentuais, o País é o décimo pior avaliado, atrás de Catar, Peru, Albânia, Argentina, Jordânia, Indonésia, Colômbia, Uruguai e Tunísia.
 
Dos 2,7 milhões de alunos de 15 anos avaliados on Brasil, 1,9 milhão tinha dificuldades em matemática básica, 1,4 milhão em leitura e 1,5 milhão em ciências. Cruzados, os números indicam que 1.165.231 estudantes tinham dificuldades em cumprir tarefas básicas nas três áreas de conhecimento.
 
Outra constatação do estudo é de que o Brasil está no "top 10" de países mais desiguais do mundo no que diz respeito à diferença de desempenho entre estudantes de classes sociais altas e baixas.
 
Mas nem tudo são notícias negativas. O Brasil, diz a organização, é um dos nove países que mais reduziram - em 18% - o número de estudantes com problemas em matemática básica no período entre 2003 e 2012, ao lado de México, Tunísia, Turquia, Alemanha, Itália, Polônia, Portugal e Rússia.
 
Na área matemática, 67,1% dos alunos brasileiros estão abaixo do nível 2 - ou seja, longe dos níveis 5 e 6, que exigem mais conhecimento. Esses patamares são alcançados apenas por 0,8% dos estudantes brasileiros. No ranking, o País fica em 58º lugar, somando 391 pontos na escala do PISA, contra uma média de 494 pontos obtidos por estudantes que vivem em países-membros da OCDE, entidade composta por 34 nações.
 
Parte dos resultados ainda muito negativos do Brasil se deve à maior inclusão de estudantes no sistema educacional ao longo dos últimos 15 anos, ponderou ao Estado Alfonso Echazarra, analista da Direção de Educação da OCDE. Entre 2003 e 2012, o índice de escolarização passou de 65% para 78%.
 
Como a inclusão se dá incorporando alunos que estão na base da pirâmide social, em classes mais desfavorecidas, seus primeiros anos de educação são mais problemáticos, por frequentarem escolas com menos recursos, como ocorre em regiões rurais.
 
Nesse cenário, a redução do número de estudantes com problemas de base em matemática, leitura e ciências é um sinal positivo que pode ser comemorado. "O Brasil é um claro exemplo de que o investimento em educação leva a melhores resultados, o que nem sempre é o caso em outros países", explica Echazarra.
 
Em termos mundiais, entre os 12,9 milhões de alunos com desempenho baixo, 11,5 milhões têm problemas em matemática, 8,5 milhões leem com dificuldades e 9 milhões têm lacunas no aprendizado de ciências.
 
Para romper o ciclo de baixo nível educacional, a OCDE recomenda que os governos nacionais identifiquem os estudantes com baixa performance e lhes ofereçam estratégias para recuperação de nível.
 
Entre as propostas da entidade, a maior parte tem caráter estrutural: reduzir a desigualdade no acesso à educação, estimular a inscrição escolar o mais cedo possível, envolver os pais na comunidade escolar e fornecer programas de auxílio financeiro às instituições de ensino e às famílias carentes.

Piso de professores vira novo ponto de divergência entre Dilma e governadores

por Redação.

City Portal
01/02/2016 12:31:00
 
A decisão do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, de anunciar um reajuste de 11,36% no piso salarial dos professores caiu como uma bomba para os Estados, já em grande dificuldade financeira e que atrasam o pagamento de salário dos servidores públicos. Os governadores pediram à presidente Dilma Rousseff que adiasse o reajuste para o segundo semestre, dando fôlego nesse momento mais agudo da crise financeira. O governo federal não só ignorou o pleito como também o aumento ficou acima da inflação do ano passado.
 
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A queda de 20% nos repasses pelo Tesouro Nacional das duas primeiras parcelas do Fundo de Participação dos Estados (FPE) em janeiro assustou os governadores e acendeu definitivamente a luz vermelha para as finanças estaduais. A perspectiva é de uma piora no quadro de receitas nos próximos meses.
 
Os secretários de Fazenda cobram do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, um plano efetivo para garantir mais investimentos nos Estados. Eles também querem celeridade na liberação do aval do Tesouro para a contratação de empréstimos. Preparam uma reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para discutir a crise financeira e medidas de apoio aos Estados. O assunto também será discutido em reunião de governadores com a presidente Dilma Rousseff.
 
Os Estados reclamam que, ao definir o reajuste do piso, o governo federal joga sobre os ombros dos entes federativos a responsabilidade de negociar com o restante da categoria. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a legislação federal apenas define o salário base dos professores. "A decisão sobre como são estruturados os planos de carreira e remuneração cabe aos Estados e municípios", argumentou o MEC, em nota ao Estado.
 
Para o secretário de Fazenda de Alagoas, o reajuste do piso traz uma pressão fiscal muito grande para Estados e municípios. Segundo ele, com a queda de 20% do FPE, é considerável o aumento do risco fiscal para os Estados. Santoro afirma que os professores têm direito de reivindicar um aumento maior, mas, em ano de crise, a preocupação é conseguir pagar o salário de todos os servidores. O secretário defende que a decisão sobre o piso deste ano seja de alguma forma revista.
 
Pressão
 
Com o anúncio, o piso nacional dos professores passa a ser de R$ 2.135,64. Os Estados ainda fazem as contas do impacto, mas avaliam que o reajuste do piso nesse patamar vai gerar uma pressão para que os sindicatos peçam aumentos em níveis também elevados para o restante da categoria, tornando a negociação ainda mais dura.
 
O reajuste é previsto em lei, tem cálculo baseado na variação do valor aluno do Fundeb e considera fatores como a quantidade de matriculados e a estimativa de receitas da União e dos Estados. Desde 2009, segundo o MEC, o piso salarial da categoria subiu 46,05% acima da inflação.
 
Na última reunião do Confaz, em dezembro do ano passado, ainda sob comando do ex-ministro Joaquim Levy, secretários pressionaram para que a metodologia de cálculo fosse alterada. Para o coordenador dos secretários no Confaz, André Horta, do Rio Grande do Norte, o reajuste vai agravar a situação da folha dos Estados, principalmente aqueles que já estão atrasando e parcelando pagamentos.
 
"A questão não é a justiça do pleito, mas os Estados não estão conseguindo honrar os salários nem dos professores e nem de ninguém", disse, ressaltando que não há perspectiva de melhora do quadro no curto prazo. Ele admitiu que o Rio Grande do Norte pode ser o oitavo Estado a não conseguir pagar a folha dentro do mês.
 
Horta defendeu a autorização dos empréstimos e o apoio do governo federal para uma alíquota adicional da CPMF a ser repartida com os Estados e municípios. "Se os empréstimos foram aprovados e a CPMF aprovada, voltaremos a investir", disse. Ele reclamou que há diversas obras paradas no Estado, porque a União não oferece contrapartida.
 
Estimativa errada
 
Um dos Estados mais preocupados com o reajuste do piso é Goiás. A secretária de Fazenda, Ana Carla Abrão, disse que a notícia do piso pegou todos os governadores de surpresa, já que havia o pedido para o adiamento. A secretária destacou que no cálculo do reajuste foi utilizada estimativa de arrecadação frustrada no ano passado. O certo, disse, é que fosse considerada a receita efetiva. Ela ponderou que o assunto é espinhoso, mas alertou que essa é uma despesa que poucos Estados terão condições de absorver.
 
No Rio Grande do Sul, que tem uma das situações fiscais mais delicadas do País e já atrasou o pagamento de salários, o gasto para completar salários para que atinjam o piso nacional vai saltar de R$ 89 milhões em 2015 para R$ 143 milhões neste ano, de acordo com o secretário adjunto de Educação, Luís Antônio de Freitas. O reajuste é considerado alto em meio a uma situação de aperto fiscal. "Há uma pressão dos governadores para que esse índice seja revisto", disse.
 
Segundo Freitas, o impacto do reajuste pode ser ainda maior do que o projetado. "O sindicato já disse que vai trabalhar por um reajuste para toda a categoria", afirmou.
 
No Distrito Federal, onde professores iniciam carreira com salários acima de R$ 6 mil, o gasto com a folha de pagamento alcançou 81% da arrecadação. De acordo com o secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio de Almeida, a pressão dos sindicatos para um reajuste tão elevado quanto o do piso é mais um elemento de preocupação. "Não temos mais capacidade de dar aumento, ultrapassamos o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal", disse, lembrando que o DF já teve que parcelar salários de servidores no início do ano.
 
Para Renato Vilela, secretário de Fazenda de São Paulo, o piso vai trazer problemas sobretudo para os municípios. A sua preocupação maior é a continuação da taxa de crescimento continuar nessa magnitude no futuro. "O reajuste é absolutamente fora da realidade", disse.
 
O MEC informou que qualquer alteração na lei do piso do magistério precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. A Pasta ressalta ainda que o ministro Mercadante instalou um fórum para o acompanhamento do valor do piso, com o objetivo de debater o assunto. O MEC informou que o grupo é uma importante instância para que as proposições sobre metodologia de atualização do piso sejam debatidas entre gestores e trabalhadores em educação.

Voorwald diz que denúncia de executivo é 'absurda'

por Redação.

City Portal
30/01/2016 15:00
 
O ex-secretário da Educação Herman Voorwald negou ter recebido propina, conforme relatou o presidente da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), Cássio Chebabi. "Não recebi nada de ninguém. Eu tenho quase 40 anos de vida pública, nunca recebi absolutamente nada que não fosse fruto do meu trabalho. Nunca houve, não há e nunca haverá nenhum recurso que eu não tenha recebido de forma legítima em toda a minha vida. É um absurdo (a denúncia de que teria recebido R$ 100 mil), não tem a menor consistência a fala dessa pessoa (Cássio Chebabi). Não o conheço", afirmou o ex-secretário.
 
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"As pessoas na secretaria me conhecem, conhecem a minha história. Algum investigado pode ter usado meu nome no sentido de criar uma confusão." O ex-secretário disse ainda que não conhece a empresa Citro Cardilli, citada por Chebabi, e afirmou que existe na secretaria uma coordenadoria que cuida de merenda e de obras.
 
"O relacionamento na área da merenda é da Coordenadoria de Infraestrutura e Serviços Escolares. Estou mesmo estarrecido, imagina alguém com uma postura política extremamente correta de repente se vendo envolvido (no escândalo das merendas). Essa informação não procede em hipótese alguma." "Todo o processo licitatório, tudo é comandado pela área técnica que, depois, leva o expediente para decisão do secretário da Educação", disse.
 
Contrato
 
A direção da Citro Cardilli rechaçou a citação à empresa nos autos da Operação Alba Branca e afirmou que a denúncia é "absurda e infundada". "O sr. Cássio (Chebabi) relata que a empresa já era fornecedora há mais de 20 anos, quando na verdade teve apenas um único contrato por um ano", disse a empresa. "A Citro Cardili não tem mais contrato com a Secretaria de Educação do Estado desde 2012", informou a empresa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Piso salarial de professores preocupa estados e municípios

por Redação.

City Portal
16/01/2016 17:53:00
 
Secretários de Educação de estados e municípios estão preocupados com os efeitos do aumento do piso salarial dos professores das escolas públicas sobre o orçamento dos governos estaduais e das prefeituras.
 
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A avaliação é de que o aumento do piso se dá com base em projeções que não consideraram a perda de arrecadação.
 
Segundo os secretários, o volume de gastos com salários inviabiliza o cumprimento de metas do Plano Nacional de Educação e retira dinheiro que deveria ser investido na estrutura e modernização das escolas.
 
O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação, Eduardo Deschamps, acrescenta que o aumento de gasto na folha de pagamento dos professores pode esbarrar nos limites de gastos com salários previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.
 
Os secretários de Educação querem discutir no fórum permanente para acompanhamento da atualização progressiva do valor do piso nacional o novo índice para o reajuste dos salários iniciais de professores.
 
Eles também querem que a União aumente os repasses para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
 
Este ano o Ministério da Educação promete repassar o mínimo de 10% do fundo, cerca de R$ 1,3 bilhão, para dez estados e 1.900 municípios.
 
Para o presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação, Alessio Costa Lima, o aumento do aporte de recursos pode ser uma solução imediata.
 
O piso nacional dos professores funciona como o salário mínimo. Vale para o início da carreira e os estados e municípios que já pagam acima do valor não são obrigados a efetuar o aumento.
 
Há, no entanto, demanda dos professores de diferentes estados e municípios para que o reajuste se dê em todos níveis de carreira.
 
Para reduzir o impacto, as secretarias de Educação têm diminuído os níveis de carreira, o que provoca achatamento dos salários dos professores com mais tempo de trabalho e qualificação.
 
Por causa de reajuste salarial, no ano passado, 14 estados tiveram greves de professores.