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Geraldo Nunes

Banda Legião Urbana ganha as telas dos cinemas

por Geraldo Nunes.

 
“Não é new wave, heavy, nem punk, é  Legião Urbana”
 
Essa declaração feita pelo grupo em 26 de abril de 1985, marca a cobertura de lançamento do primeiro álbum da banda em São Paulo.
 
O primeiro álbum levou o mesmo nome do grupo musical fundado por Renato Russo que surpreendia pelas declarações politizadas e lentas contundentes a diversos aspectos da sociedade brasileira. 
 
Paralelo a isso, o primeiro álbum trouxe canções que deram marca registrada à banda no contexto da música popular brasileira. Um exemplo é Será, 

O Legião é originário de Brasília e composto além de Renato Russo, por Marcelo Bonfá e Dado Villa – Lobos.
 
A banda durou de 1982 até 1996, lançando 16 álbuns e mais de 20 milhões de discos vendidos.
 
Ainda hoje, é o terceiro grupo musical da gravadora EMI com mais vendas em todo o mundo.
 
Eduardo e Mônica foi lançada em  1986, no disco Dois, e a composição é de Renato Russo.
 
A canção, talvez uma das mais famosas da banda, narra, de forma linear, em quase cinco minutos, a história de amor entre duas pessoas muito diferentes entre si. 
 
A letra é composta de frases bem-humoradas que descrevem os personagens ao mesmo tempo em que mostra a evolução da relação do jovem casal.

O fim do grupo foi marcado pelo falecimento de seu líder e vocalista, Renato Russo, em 11 de outubro de 1996.
 
Mas antes houve o apogeu e a banda obteve dois Discos de Diamante pelos álbuns Que País É Este, de 1987 e Acústico MTV de 1999.

O Legião Urbana faz parte do chamado quarteto sagrado do rock brasileiro,  juntamente com Barão Vermelho, Titãs e Paralamas do Sucesso.
 
O último concerto aconteceu em 14 de janeiro de 1995, na casa de apresentações "Reggae Night" em Santos, litoral de São Paulo.
 
No mesmo ano, todos os discos de estúdio da banda até 1993 foram remasterizados no lendário estúdio britânico Abbey Road, dos Beatles, em Londres, depois relançados em uma lata, intitulada “Por Enquanto 1984-1995”  trazendo canções como Tempo Perdido.

 

Em  3 de maio foi lançado em circuito nacional o filme Somos tão Jovens, retratando a adolescência de Renato Russo e sua transformação em cantor e poeta brasileiro.
 
Dirigido por Antonio Carlos da Fontoura e protagonizando Thiago Mendonça, o filme traz diálogos interessantes.

Legião Urbana agora também para ver, curtir e cantar de nas telas dos cinemas do país inteiro. 

Erasmo e Wanderléa fazem aniversário em 5 de junho

por Geraldo Nunes.

 
Nesta quarta-feira, 5 de junho, dia mundial da ecologia e do meio ambiente, Erasmo Carlos e a “ternurinha” Wanderléa fazem aniversário
 
Como explicar, tamanho carisma desses dois artistas que, ao lado de Roberto Carlos, brilharam no palco do Teatro Paramount com programas ao vivo transmitidos pela televisão há mais de 40 anos?
 
Erasmo é bem recebido em todos os lugares, inclusive em programas atuais de música jovem pela M’TV, inclusive do João Gordo, cada vez mais mal educado.
 
Mas Erasmo tem um belo jogo de cintura e acaba saindo bem.  No Madame Satã, casa noturna de São Paulo só frequentada por metaleiros, entra sem ser anunciado, como se fosse um cliente comum.
 
Verdade é que foi um trabalho de aproximação demorado, iniciado após uma vaia dessa galera quando se apresentou em um dos primeiros festivais Rock In Rio.
 
Cerca de quatro anos atrás, o Tremendão lançou um livro chamado Minha Fama de Mau, onde ele conta essa história. 
 
Em 2010 lançou um CD onde reclamou que já viu interpretações cover de vários artistas: Elvis, Beatles, Michael Jackson, Raul Seixas, Roberto Carlos, menos ele.
 
“Eu também quero um cover, se alguém souber de um me avisem”.
 
Wanderléa,comandou recentemente uma campanha para diminuir os acidentes de trânsito em São Paulo cantando em um comercial de TV, sobre uma faixa de pedestres, Pare o Casamento. A campanha foi um sucesso e os atropelamentos na faixa diminuíram.

 

Erasmo Carlos, ou Erasmo Esteves, nasceu no Rio de Janeiro em 1941. 
 
Antes de ser cantor trabalhou como secretário de Carlos Imperial, que colocou Roberto Carlos no circulo do Iê, Iê, Iê e logo em seguida fez a versão de um dos primeiros sucessos do Rei, Splish Splash. 

Depois, Erasmo acabou se tornando parceiro de Roberto em várias composições.
 
O programa Jovem Guarda deu visibilidade não só ao “Rei da Juventude”, mas também a Erasmo que a cada ano emplacava os seus sucessos. Festa de Arromba, ainda é muito cantada.

Com o fim do programa Jovem Guarda, em 1968, Roberto enveredou para as canções românticas e Erasmo ficou meio perdido, mas depois se recuperou com o sucesso, Sentado à Beira do Caminho, regravado por outros artistas, inclusive
 
 
Outro sucesso dele nessa fase de transição do Iê, Iê, Iê para o rock’n roll foi a deliciosa canção  Coqueiro Verde.
 
 
Wanderléa Charlup Boere Salim nasceu em Governador Valadares , Minas Gerais e se mudou para o Rio de Janeiro aos 9 anos de idade com a família.
 
Aos 10 ganhou um concurso musical em um programa de rádio e lançou em 1962, seu primeiro compacto. 
No ano seguinte, lança seu primeiro LP, "Wanderléa", pela CBS onde conhece Roberto Carlos, com quem namorou um tempo. 
 
“Erasmo não, sempre foi apenas um grande amigo”, sempre fez questão de esclarer.
 
O carinho e a amizade dos dois para ela foram importantes e não lhe faltou sorte.
 
Celly Campelo era a primeira estrela da música jovem brasileira, mas ao se casar abandonou os palcos e deixou o caminho livre para Wanderléa brilhar no programa Jovem Guarda que seria de Celly e Ronnie Cord.
 
Ronnie não aceitou porque seu pai, Hervé Cordovil era o diretor musical da emissora e pareceria nepotismo.
 
Bons tempos aqueles, onde havia transparência e honestidade.
 
As belas pernas também ajudaram Wanderléa a fazer sucesso pois despertava ciúmes nas esposas quando aparecia na telinha cantando.
 
Wanderléa, em 1992, durante o trabalho de divulgação do disco "Te amo", participou do Domingão do Faustão. 
 
Na ocasião, a Ternurinha cantou o pout-pourri formado por dois hits em versões pop - Prova de Fogo e Pare o Casamento .
 
Por estranha coincidência que só o destino saberia explicar, Erasmo Carlos e Wanderléa tiveram a honra de nascer no mesmo dia. 
 
Parabéns aos dois e viva 5 de junho.

Dorival Caymmi e Ruy Mesquita: dois grandes amigos

por Geraldo Nunes.

caymmi 
 
Caymmi ajudou Ruy a fazer serenatas em antigas madrugadas de São Paulo que o jornalista não esqueceu
 
A obra do cantor e compositor Dorival Caymmi é vastíssima e objeto de estudo dos pesquisadores de várias áreas porque remonta parte da vida dos negros baianos descendentes de antigos escravos, muitos dos quais pescadores a lançar suas redes e a sorte no alto mar da Bahia de todos os santos. “O Que é Que a Baiana Tem”, sua composição mais conhecida, é de 1938. Com essa canção, Carmen Miranda mostrou o Brasil no exterior dando à baiana carregando frutas na cabeça, o estereótipo de nossa Pátria ainda hoje uma marca registrada.
 
Ao longo dos seus 94 anos vividos entre 1914 e 2008, Caymmi além de artista fez incursões no jornalismo, chegando a trabalhar em Salvador na redação de um jornal chamado O Imparcial e mais tarde no Rio de Janeiro, escreveu para O Jornal, dos Diários Associados tendo sido amigo de jornalistas empresários como Assis Chateaubriand, Carlos Lacerda, Samuel Wainer e Ruy Mesquita, que morreu recentemente no posto de diretor de O Estado de São Paulo. A família Mesquita também é proprietária da Rádio Eldorado e da Rádio Estadão.   
 
Pesquisando recentemente no arquivo sonoro dessas emissoras, possíveis depoimentos deixados por Ruy Mesquita, encontramos uma gravação de 1983 do programa Galeria apresentado por Wellington de Oliveira, onde Ruy respondia perguntas vindas do apresentador e outras pelo telefone, colhidas pela produção programa.  Para surpresa do entrevistado, naquele dia a primeira pergunta veio de um antigo amigo, Dorival Caymmi, que conheceu Ruy Mesquita ainda jovem e com ele teve rápida mas, intensa amizade.  “Vou então te fazer uma pergunta, mas não sei se você ainda se recorda do nosso tempo, Ruy: você ainda aprecia musica popular com aquele mesmo gosto de antes? Ainda tem tempo para se dedicar a isso, ou somente se dedica a assuntos de pesca?”
 
Ruy Mesquita responde que não poderia haver surpresa para ele mais agradável, do que ouvir a voz de Dorival Caymmi e responde que ainda encontrava tempo sim para se dedicar a ouvir música, “afinal de contas e modéstia à parte o nosso tempo não está tão distante assim, está muito presente ainda, eu estou muito ligado àquela época e não me considero velho. Também não esqueci a parte mais importante da minha vida que foi aquela que eu vivi junto com você”, disse Ruy acrescentando: “Eu me dedico à música, mas àquela nossa musica popular, à sua por exemplo”, e passa a tecer lembranças de emocionar os ouvintes. “Me lembro perfeitamente daquelas noites de boemia, de você na casa de uns primos meus, na casa do meu tio Antonio, na Rua São Vicente de Paula, naquela madrugada em que você compôs Marina. Lembra? Nós vimos nascer, Marina. Disso não dá para esquecer e a esse tipo de música eu permaneço fiel a ela e me dedico a ouvir e continuo a cultivar. Me lembro das serenatas, lembra Caymmi de quantas serenatas você fez prá mim? Porque eu era incapaz de fazê-las, mas estava apaixonado e você me ajudou a fazer uma para a minha mulher, em frente à casa dela, na rua Bela Cintra”, contou Ruy Mesquita relembrando. “Quando eu estava tentando conquistá-la eu usei a sua voz, Caymmi e depois eu vim saber que ela não ouviu a serenata, quem ouviu foi a minha atual sogra”, recordou Ruy Mesquita emocionado. Houve então uma interrupção, algumas músicas de Dorival Caymmi foram executadas e depois o programa Galeria prosseguiu com outros assuntos. Para nós bastou esse registro e assim pudemos relatar em nosso atual programa de rádio, Estadão Acervo a amizade entre o compositor e o jornalista que faleceu recentemente aos 88 anos.
 
Sobre a pesca citada por Caymmi vale lembrar que Ruy Mesquita, plantou seringueiras e gostava de cultivar a terra, mas sua paixão mesmo era pescar. “Tudo o que se refere a mar e peixe me fascina”, dizia. Para ele, todas as pescarias são emocionantes, “até mesmo as que não produzem resultados, porque um dos prazeres da pesca é a eterna expectativa do peixe maior de todos”. No caso dele, foi um marlim azul de 177 quilos, capturado em dezembro de 1975, a 40 milhas da Ilha Rasa, no litoral fluminense, cuja foto foi publicada na edição de O Estado de S. Paulo, do dia 22 de maio de 2013, data em que Ruy Mesquita passou a ser história.

 “Marina” – Gravação de 1947
(Dorival Caymmi)
 
Marina, morena
Marina, você se pintou
Marina, você faça tudo
Mas faça um favor
Não pinte esse rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu
Marina, você já é bonita
Com o que deus lhe deu
Me aborreci, me zanguei
Já não posso falar
E quando eu me zango, marina
Não sei perdoar
Eu já desculpei muita coisa
Você não arranjava outra igual
Desculpe, marina, morena
Mas eu tô de mal
 
Marina, morena
Marina, você se pintou
Marina, você faça tudo
Mas faça um favor
Não pinte esse rosto que eu gosto
Que eu gosto e que é só meu
Marina, você já é bonita
Com o que deus lhe deu
Me aborreci, me zanguei
Já não posso falar
E quando eu me zango, Marina
Não sei perdoar
Eu já desculpei muita coisa
Você não arranjava outra igual
Desculpe, Marina, morena
Mas eu tô de mal
De mal com você
De mal com você.

Virada Cultural passará por mudanças para 2014

por Geraldo Nunes.

 
O secretário municipal de Cultura, Juca Ferreira, admitiu que, serão necessárias modificações para a Virada Cultural de 2014 e já pensa em concentrar a programação das madrugadas em lugares mais seguros, planejando com a polícia melhores opções, tendo um mapa de ocorrências da Virada para fazer um trabalho técnico mais adequado. “E o centro precisa de uma iluminação melhor”, disse também o secretário que acompanhou o show de Daniela Mercury no Largo do Arouche e depois foi ver Fagner, no Teatro Municipal. “A discussão de segurança é prejudicada pelo preconceito e autoritarismo por parte das estruturas de pensamento de algumas pessoas. O cara da periferia tem o mesmo sentimento de deleite que o da classe média. Um gosta de funk, outro de música sinfônica. No Rio de Janeiro, fizeram uma associação dos ônibus que vinham da zona norte com os arrastões nas praias. Os ônibus continuaram lá e os arrastões acabaram”, esclareceu Juca Ferreira confirmando para 2014 a realização de uma nova Virada Cultural.
 
Juca Ferreira prometeu esforços para evitar que se repitam falhas de organização com a quebra ou não funcionamento de equipamentos de som, inclusive uma peça teatral que estava sendo encenada, precisou ser reiniciada por falhas técnicas. “Não quero que esse tipo de problema aconteça novamente”, informou o secretário de Cultura, garantindo o entusiasmo de sua parte e do prefeito paulistano Fernando Haddad para a organização da Virada Cultural do ano que vem.
 
Sobre a Virada de 2013 cabe um registro especial para o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) que ao cumprimentar populares diante do palco onde se apresentava Daniela Mercury teve seus documentos, cartão de crédito, celular e cerca de 400 reais em dinheiro roubados. Ele não hesitou em comunicar o problema à cantora pedindo a ela que avisasse ao público que se o ladrão estivesse por lá que devolvesse os pertences podendo ficar com o dinheiro. Por mais incrível que possa parecer tudo foi devolvido ao senador menos o celular e o dinheiro, claro. Mesmo assim foi de se admirar a maneira humilde como Suplicy se dirigiu também ele aos microfones, após a fala de Daniela Mercury pedindo a devolução. Foi também com candura que Suplicy após o show desceu ao público e cantou sua canção preferida Blowin’ in The Wind, o que, entretanto, não o credencia a cantar na próxima Virada Cultural porque ele, apesar de boa praça, continua cantando muito mal. Se quiser conferir segue a prova.
 

Virada Cultural 2013 terá homenagem a Chorão e Paulo Vanzolini em São Paulo

por Geraldo Nunes.

 
O evento ocorre nos dias 18 e 19 de maio, durante 24 horas, ou seja das 6 da tarde do sábado até às 6 da tarde do domingo.
Na homenagem a Paulo Vanzolini haverá uma surpresa, “mas não podemos adiantar", disse Juca Ferreira, secretário municipal da cultura, mas que pode ser a confirmação de que a Escola de Samba Mocidade Alegre manteve a decisão de levar para o sambódromo em 2014 um enredo em homenagem a Vanzolini, falecido recentemente. Decisão já estava tomada por ocasião dos 90 anos do compositor, que se daria em 2014, mas com o seu passamento em 23 de abril último, vítima de pneumonia, houve quem colocasse empecilhos, sugerindo mudanças no enredo, o que entretanto não deve ocorrer. De acordo com o curador José Mauro, a homenagem ao Chorão será feita com um espetáculo da banda A Banca, com a formação do Charlie Brown Jr. 
Durante a coletiva de imprensa, Juca Ferreira destacou a importância de novos eventos culturais em São Paulo, “porque são muitas atrações e elas não cabem todas na Virada”, salientou avisando que neste ano encomendou  publicidade da Virada Cultural para fora de São Paulo, porque acredita que o evento ganhará dimensão nacional.
 
A programação é essa: 
Sábado; 18/05 e Domingo 19/05
Palco Julio Prestes
18h - Daniela Mercury e Zimbo Trio
21h - Gal Costa
24h - Black Star (EUA)
DIA 19
3h - George Clinton e P.Funk (EUA)
6h - Elza Soares e  Gaby Amarantos
9h - Renato Teixeira e Sérgio Reis
12h - Criolo
15h - Racionais MC's
18h - Eliades Ochoa (Cuba)
 
Palco Theatro Municipal (shows com repertório de discos antigos)
DIA 18
18h - Orquestra Sinfônica Municipal
21h - Fagner: "Manera Fru-Fru Manera" (1973)
24h - Odair José: "O Filho de José e Maria" (1977)
DIA 19
3h - Angela Rô Rô: "Ângela Rô Rô" (1979)
6h - Walter Franco: "Revólver" (1975)
9h - Wanderléa: "Wanderléa... Maravilhosa" (1972)
12h - Jorge Mautner: "Jorge Mautner" (1974)
15h - Eumir Deodato: "Deodato 2" (1973)
18h - Som Imaginário: "Matança do Porco" (1973)
 
Palco da República
DIA 18
18h - Raça Negra
20h - Leandro Lehart
22h - Rappin'Hood Futebol Clube
24h - Lonnie Liston Smith (EUA)
DIA 19
4h - Hyldon e Azymuth
6h - Fabio Silva e Kleber Augusto
8h - Mario Sergio
10h - Sombrinha
12h - Almir Guineto
14h - Jorge Aragão
18h - Bira Presidente e Fundo de Quintal
 
Palco Largo do Arouche
DIA 18
19h - Luê
21h - Sara Jane
23h - Sidney Magal
DIA 19 MADRUGADA
1h - Kaoma
3h - Luiz Caldas
5h - Banda Uó
7h - Movimento Roda de Curimbó - Chico Malta
9h - Lia Sophia
11h - Ilê Aiê + concentração e cortejo
13h - Gerônimo
15h - Felipe Cordeiro
17h - Fafá de Belém
Palco São João
DIA 18 NOITE
18h - Lobão
20h - Leslie West (EUA)
22h - Chorão Eterno - A Banca
24h - Mondo Generator (EUA)
DIA 19 MADRUGADA
2h - Madame Saatan
4h - Mão Morta (Portugal)
6h - Soft Moon (EUA)
8h - Anjo Gabriel
10h - Rebeca Matta
12h - James Chance e Les Contortions (EUA)
14h - The Central Scrutinizer + Bobby Martin (EUA)
16h - Nektar (UK)
18h - David Jackson (UK) + ACB (Itália) - Van der Graaf Generator
 
Palco Viaduto do Chá (forró)
DIA 18
18h - Trio Juazeiro
19h45 - Trio Alvorada com Rouxinol Paraibano
21h30 - Tiziu do Araripe com Fuba de Taperoá
23h15 - Diego Oliveira
DIA 19 MADRUGADA
1h - Trio Sabiá
2h45 - Ó do Forró
4h30 - Dona Zaíra
6h15 - Os 4 Mensageiros
8h - Trio Xamego
9h45 - Sinha Flor
11h30 - Lino de França
13h15 - Pé de Mulambo
15h - Trio Virgulino
16h45 - Trio Dona Zefa
 
Palco Rio Branco
DIA 18
18h - DJ Ninja e MC Jack
18h40 - Pepeu
19h10 - 1ª Rodada da Batalha dos Beats
20h10 - A Turma da São Bento
21h20 - KL. Lay
22h30 - Nelson Triunfo e Grupo Funk e Cia
23h50 - Emicida
DIA 19
1h - DJ Hum e Convidados
2h10 - Edy Rock
3h30 - João Paraíba
5h40 - DJ Jack
7h - Prodígio
8h - De Elite
8h40 - Causa P.
9h30 - MC's Free Style
10h10 - DJs Residentes
11h10 - 2ª Rodada de Batalha dos Beats
12h - Grupo Inquérito
13h - Região Abissal
14h - Banda Zulus
15h - Oliveira de Panelas
16h - Caju e Castanha
17h - Carlos Dafé e banda
 
Palco Praça da Sé (stand uo comedy)
DIA 18
20h - Danilo Gentili, Benvindo Siqueira, Léo Lins, Márcio Ribeiro, Diogo Portugal e Fábio Lins
23h - Rafinha Bastos, Geraldo Magela, Victor Sarro, Murilo Couto, Murilo Gun e Mehl Marrer
DIA 19
2h - Luiz França, Porpetone, Rudy Landucii, Carol Zoccoli, Afonso Padilha e Marcela Leal
5h - Daniel Duncan, Rogério Vilela, Marco Zenni, Gus Fernandes, Criss Paiva e Fábio Gueré
8h30 - Dinho Machado, Fábio Lima, Márcio Américo, Marcos Castro, Ben Ludmer, Paulo Vieira e Thiago Ventura
11h30 - Fábio Porchat, Paloma Doss, Renato Tortorelli, Marcos Castro, Ben Ludmer, Paulo Vieira
14h30 - Rafael Cortez, Rafinha Bastos, Gustavo Mendes, Rogério Morgado, André Santi/Rafael Marinho, Patrick Maia, Fabiano e Cambota
17h30 - Rafael Cortez, Danilo Gentili, Oscar Filho, Robson Nunes, Marcelo Marrom/Rodrigo Capella, Maurício Meirelles e Fábio Rabin
Unidades do Sesc
Além dos palcos pela cidade, haverá também programação em unidades do Sesc, entre atividades teatrais, de música, circo, dança, literatura e cultura digital. As unidades Belenzinho, CineSesc e Pompeia irão virar a noite em funcionamento. As demais apenas estendem o horário de atendimento.
Os shows de George Clinton, P-Funk All Stars e Black Star serão trazidos por uma parceria entre o Sesc e a Prefeitura.
Fafá de Belém e Lobão, que já haviam anunciado suas participações em redes sociais, também serão destaque. De acordo com a organização da Virada, Fafá fará o encerramento do já tradicional palco do Largo do Arouche, onde haverá lambadas, axés e carimbós. Lobão abrirá o palco do rock, na Avenida São João.
O grupo Raça Negra também está confirmado, e se apresenta no palco da Praça da República, no início da programação de samba, antes dos shows de integrantes e ex-integrantes do Fundo de Quintal.
Organização
A Virada Cultural 2013 contou com um grupo de nove curadores, que atuaram em conjunto para auxiliar a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo na elaboração da programação. Entre os nomes dessa comissão estão Alex Antunes, Alexandre Youssef, José Mauro Gnaspini, Giselle Beiguelman, Marcus Preto, Maria Tendlau, Pena Schmidt, Sérgio Vaz e Tião Soares, além da colaboração de José Mauro. No ano passado, a Virada Cultural levou às ruas da cidade mais de 4 milhões de pessoas.