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Ministro da Saúde diz que entregará hoje carta de demissão

por Redação.

City Portal
27/04/2016 18:55:00
 
Um dos últimos integrantes do PMDB a ficar no governo, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, entregará carta de demissão à presidente Dilma Rousseff na tarde desta quarta-feira, 27. Em conversa com a reportagem, Castro disse que a decisão foi anunciada ontem ao ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência, Jaques Wagner.
 
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"Entrego hoje minha carta de demissão à presidente Dilma. Informei ontem ao Jaques Wagner", afirmou Castro que até o momento não havia conversado com o vice-presidente Michel Temer.
 
Deputado federal, eleito pelo Piauí, Castro ressaltou que a decisão foi tomada em razão de se sentir isolado após outros integrantes do PMDB deixarem o governo Dilma. O desembarque vem ocorrendo na medida em que o processo de impeachment avança no Congresso.
 
Na última quarta-feira, 20, Eduardo Braga (PMDB-AM), que comandava o ministério de Minas e Energia, e Hélder Barbalho (PMDB-PA) a Secretaria de Portos, entregaram as respectivas cartas de demissão no Palácio do Planalto. Ambos foram indicações da bancada do PMDB do Senado, onde tramita atualmente o processo de afastamento de Dilma.
 
"Só ficou eu e a Kátia Abreu (ministra da Agricultura). Todos os outros foram saindo e eu fiquei sozinho. Acabou, então, que fiquei desconfortável em ser o único em descumprir decisão do partido. Parecia que estava confrontando o partido", considerou Castro ao se referir à decisão da executiva nacional do partido, tomada no último mês de março, pelo rompimento com o Palácio do Planalto.
 
Indicado pela bancada do PMDB da Câmara, o ministro tomou posse em outubro do ano passado. Sua passagem pelo ministério foi marcada por declarações polêmicas e que acabaram por ampliar o desgaste do governo no combate a doenças da dengue e do zika. Em visita à Sala de Situação do Distrito Federal para Controle da Dengue, em Brasília, realizada em janeiro, o ministro disse que o País estava perdendo "feio" a guerra contra o Aedes aegypti.
 
Apesar do desgaste com as declarações, o peemedebista foi mantido no cargo e chegou a ser exonerado na véspera da votação do processo de impeachment na Câmara, ocasião em que se manteve ao lado do governo e votou contra o afastamento de Dilma. Dois dias depois da votação na Câmara, realizada no último dia 17, ele foi renomeado ministro.

Hospital de Jaú vai ser centro de pesquisa da fosfoetanolamina

por Redação.

City Portal
15/04/2016 19:35:00
 
O Hospital Amaral Carvalho de Jaú (SP) vai ser um dos centros de pesquisa da fosfoetanolamina sintética, que depois de muita polêmica teve, na quinta-feira (14), autorização do Governo Federal para ser comercializada e usada no tratamento de pessoas com câncer. O centro de pesquisa já está fazendo um pré-cadastro dos pacientes.
 
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Foto | Reprodução | TV Tem
 
Cerca de 100 pacientes vão participar dos testes, mas o hospital informou que não vai distribuir a pílula. A fosfoetanolamina será usada apenas para os pacientes durante os testes.
 
Desenvolvida no campus de São Carlos para o tratamento de tumor maligno, a substância é apontada como possível cura para diferentes tipos de câncer, mas não passou por testes em humanos e não tem eficácia comprovada, por isso não é considerada um remédio. Ela não tem registro na Anvisa e seus efeitos nos pacientes ainda são desconhecidos.
 
O médico hematologista Ederson de Matos, responsável pela pesquisa, informou que o hospital já recebeu os protocolos da pesquisa, mas ainda não recebeu a liberação do comitê de ética para começar a pesquisa e nem para fazer a seleção dos pacientes.
 
Segundo o coordenador do laboratório Álvaro Lança, o centro de pesquisas anda está  fazendo uma pré-seleção. “Os pacientes interessados têm ligado e dado os dados pessoais para que em um segundo momento nós possamos entrar em contato e discutir se eles tem o perfil de acordo com os critérios que existem no estudo de inclusão e exclusão dos pacientes.”
 
Ele explica que nem todo paciente pode participar da pesquisa. "Existe um protocolo de pesquisa e especificações que serão analisadas pelos médicos nessa próxima triagem. Esses pacientes precisam já ter falhado em algumas linhas de tratamentos", diz Álvaro.
 
* G1

Livro de ocorrência de hospital relata que Eduardo Paes ameaçou médica

por Redação.

City Portal
15/03/2016 16:43:00
 
O livro de ocorrências do Hospital Lourenço Jorge, onde o prefeito Eduardo Paes (PMDB-RJ) discutiu com uma médica no domingo, 13, reforça a versão de pacientes e funcionários do hospital, de que o prefeito foi agressivo com a plantonista. No documento, está registrado que o prefeito foi "bastante grosseiro" com funcionários depois que foi pedido um documento para abrir o prontuário do filho de Paes, Bernardo, de 11 anos, que havia se machucado em uma queda.
 
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"O senhor prefeito começou a gritar de forma ríspida, enquanto deitávamos o filho para ser avaliado pela cirurgiã de plantão. Disse que a médica não sabe fazer o atendimento - e que ele agora não estava falando como cidadão, e sim como prefeito, seu patrão, e a demitiu", diz trecho do resumo do plantão de 13 de março. "Para finalizar, disse o prefeito Eduardo: 'Não irá trabalhar em nenhuma unidade mais no município do Rio de Janeiro", encerra o documento.
 
Para o presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, o livro de ocorrências e o depoimento das testemunhas mostram que Paes "não está falando a verdade", ao dizer que cobrou melhor atendimento, após ouvir queixas de pacientes na fila. "Não há a menor dúvida do que houve. Os fatos são incontestáveis e, não, ele não vai ficar impune", afirmou o presidente.
 
O Sindicato dos Médicos vai representar contra Paes no Ministério Público do Trabalho por assédio moral. "No início do mandato dele, ele esteve no Lourenço Jorge e disse que os médicos não estavam no plantão porque não tinham vergonha na cara. O sindicato apurou na época que os médicos não existiam, não havia ninguém escalado. Essa agressividade tem sido a prática do prefeito. Ele se vê contrariado e transfere a responsabilidade", afirmou.
 
Para o prefeito Eduardo Paes, a reação do sindicato foi corporativista. "Pago em dia os salários, o hospital tem estrutura e as pessoas têm que ser atendidas com acolhimento", afirmou Paes nesta terça-feira, 15, em entrevista ao jornal O Globo. "Ela perguntou se eu tinha preenchido a ficha e disse que não. Falei que ela poderia continuar a atender o meu filho enquanto a minha mulher ia preencher a ficha. Reclamei como qualquer cidadão deve reclamar. As pessoas têm que acolher melhor o cidadão. O meu filho não furou fila porque não tinha. Vou continuar usando a rede pública. Estou com vontade até de ficar mais doente (eu e não o meu filho) para usar hospital público."
 
Nas redes sociais, está circulando relato de um funcionário que assistiu ao bate-boca. "A médica explicou que eles tinham que abrir o prontuário para ele ser atendido, na maior educação. O prefeito surtou, esculhambou a médica, disse que ele era o patrão. (...) Todo mundo ficou pasmo! Porque foi todo mundo mega educado, o garoto estava andando, conversando. (...) Ele não aceitou ser tratado como um paciente normal, ele queria passar na frente de todo mundo, inclusive os pacientes filmaram ele furando a fila da radiografia."
 
Ao jornal O Estado de S. Paulo, a desempregada Camila Carolina da Silva, de 22 anos, que acompanhava o marido no exame de raio-x, contou que os pacientes saíram em defesa da médica diante da reação do prefeito. "Ele disse que ela não prestava. Ela ficou muito abalada. Chorou a tarde toda."

Santa Casa de Misericórdia de São Paulo recebe o programa ‘MÚSICA nos HOSPITAIS’

por Redação.

City Portal
07/03/2016 18:48:00
 
A Orquestra do Limiar, conduzida pelo maestro Samir Rahme e formada por quinze instrumentistas, fará uma apresentação especial na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo,9 de março, (quarta-feira), a partir de 12h. Ao som dos Beatles, e de obras consagradas de compositores brasileiros, como Chico Buarque, Milton Nascimento, Tom Jobim e Pixinguinha.
 
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A exibição faz parte do programa Música nos Hospitais, que estimula a memória afetiva dos pacientes e funcionários, contribui para tornar o ambiente hospitalar mais alegre e acolhedor. Na temporada 2015/2016, a iniciativa tem se pautado pela temática “Saúde Mental: a Influência da Música no Equilíbrio das Emoções”.
 
O repertório é composto por clássicos dos Beatles e tangos famosos de Astor Piazzola, além de composições de Tom Jobim, Vivaldi e Mozart. A iniciativa sociocultural da Associação Paulista de Medicina e da Sanofi conta com a Lei Rouanet do Ministério da Cultura.
 
A programação, que é itinerante e gratuita, percorrerá diversas unidades de atendimento da rede pública dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, levando os benefícios da música aos pacientes, funcionários e frequentadores. Após o término de cada apresentação no salão principal, os músicos se dividem em três ou quatro grupos e se deslocam para corredores para levar alegria, por meio da música, aos pacientes internados.
 
Desde 2004, mais de 50 mil pessoas aplaudiram os concertos realizados em 63 hospitais da capital paulista, interior e de outras regiões do Brasil.
 
Estudos publicados pela Associação Americana de Musicoterapia (American Music TherapyAssociation - AMTA) e pela Federação Mundial de Musicoterapia (World Federationof Music Teraphy - WFMT) indicam os efeitos da música no funcionamento do organismo. Hoje, já se sabe que as atividades musicais melhoram o humor, potencializam a expressão e favorecem o aprendizado.
 
Formação da Orquestra do Limiar
 
Regência: Samir Wady Rahme
Spalla: Marcos Scheffel
Violino I: Kleberson Buzo, Anderson Cardoso, Luiz Gustavo Nascimento e Karina Petry
Violino II: Wassi Carneiro, Gabriela Fogo, Luiz Carlos Barrionuevo e Jair Guarnieri
Viola: Everton Souza e Guilherme Bomfim
Violoncelo: Leandro Tenório e Deni Feijó
Contrabaixo: Thiago Hessel
 
Música nos Hospitais – Orquestra do Limiar
Data: 9 de março de 2016 (quarta-feira)
Horário: 12h
Local:Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Endereço:Rua Dra. Cesário Mota Júnior, 112 – Vila Buarque – SP 
Capela do Hospital Central 
Ingresso: gratuito 

Instituto da Criança recebe exposição sobre doenças raras

por Redação.

City Portal
25/02/2016 20:08:00
 
A partir desta semana, o Instituto da Criança (ICr HCFMUSP) recebe a exposição "Eu luto pela Vida. Pela vida a gente vai mais longe", uma iniciativa da Associação Paulista de Mucopolissacaridose e Doenças Raras (APMPS-DR).
 
 
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​Trata-se de cerca de 40 painéis, cada um contando a história de um paciente com doença rara que, por definição, são patologias que acometem cinco em 10 mil indivíduos ou menos. Estima-se que 80% delas tenham origem genética. "Além de alertar para a importância do diagnóstico precoce, nosso objetivo é disseminar informação acerca das doenças raras, pouco conhecidas pela sociedade em geral. O ICr não poderia ficar de fora da ação, pois, além de sermos parceiros, é Centro de Referência para tratamento de muitas das patologias raras", afirma Regina Próspero, presidente da Associação Paulista de Mucopolissacaridose e Doenças Raras.​ ​Os painéis devem permanecer no saguão do 1º andar até 18 de março.
 
O Instituto da Criança (ICr) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo atende pacientes de todo o Brasil e América Latina, de 0 a 19 anos, através de 21 especialidades médicas.
 
 
"Eu luto pela Vida. Pela vida a gente vai mais longe"
Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP (19 de fevereiro a 18 de março)
Avenida Doutor Enéas Carvalho de Aguiar, 647 - Jardim Paulista, São Paulo - SP, 05403-000​
 
​Dia Mundial de Conscientização das Doenças Raras
 
O dia 29 de fevereiro, por sua particularidade, foi escolhido para marcar o Dia Mundial de Doenças Raras, data na qual entidades de todo o mundo realizam as mais diversas ações em busca de mais qualidade de vida, novas terapias e um diagnóstico precoce para os milhares de portadores de uma das mais de 8 mil doenças raras. Caracterizadas por grande diversidade de patologias e sintomas, a maioria (80%) das doenças raras tem origem genética. Somente 20% delas são atribuídas a causas ambientais, infecciosas e imunológicas, como a microcefalia, praticamente desconhecida antes da epidemia do vírus zika. Normalmente crônica e debilitante, essas enfermidades têm enormes repercussões para toda a família.​