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“O PAI” - ULTRAFARMA fará sessão fechada com peça do ator Fulvio Stefanini no Teatro Frei Caneca

por Redação.

City Portal
26/07/2017 18:31:00
 
Evento acontece em 09 de agosto e reunirá celebridades e amigos do empresário Sidney Oliveira
 
No próximo dia 09 de agosto, a Ultrafarma fará uma sessão fechada para convidados se emocionarem com a peça “O PAI”. A noite marcará a volta do espetáculo ao Teatro Frei Caneca, depois de uma temporada de sucesso absoluto em São Paulo. A iniciativa foi do empresário Sidney Oliveira, presidente e fundador da Ultrafarma, que declarou: “Será uma noite inesquecível, na qual receberemos amigos, artistas, parceiros e a imprensa para, juntos, nos deixarmos levar por um dos textos mais premiados do mundo, que nos leva tanto a refletir entre risos e lágrimas.”
 
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 Foto divulgação
 
O espetáculo retrata de maneira poética, lúdica e com requintado humor, as transformações que o tempo, a idade e a convivência familiar desencadeiam na vida de um pai e sua filha. Trata-se de um mergulho no universo provável de um homem saudável, cuja memória vacila. Pouco a pouco, a plateia não consegue distinguir o real da ficção, o verdadeiro do falso, o importante e o superficial. Então, a própria plateia se encontra nesse vazio mental, sem nenhum ponto de apoio.
 
A primeira encenação brasileira do texto traz Fulvio Stefanini (60 anos de carreira!) no papel-título, que lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator em 2016. Completam o elenco Carolina Gonzalez, Lara Córdulla, Carol Mariottini, Paulo Emílio Lisboa e Wilson Gomes. A primorosa montagem, vencedora dos prêmios Aplauso Brasil de Melhor Cenário e Espetáculo 2016, conta com André Cortez nos cenários, Letícia Barbieri nos figurinos, Wagner Antônio na iluminação e Léo Stefanini, que dirige o próprio pai nesta obra que trata a relação humana de forma sutil e delicada sem a pretensão de necessariamente responder nada. Pois O PAI é pura comoção.

ABBA Mamma Mia é atração deste sábado no Teatro Bradesco SP

por Redação.

City Portal
24/07/2017 23:33:00
 
ABBA Mamma Mia
 
As luzes se apagam, os primeiros acordes chegam aos ouvidos da plateia, lentamente os integrantes preenchem o palco, os holofotes se acendem e a mágica acontece: o teatro se transforma em uma grande discoteca. Este é o espetáculo argentino ABBA Mamma Mia – The Tribute Show, uma das mais incríveis homenagens já criadas ao grupo ABBA. Prepare-se para uma verdadeira viagem no tempo. As apresentações ocorrem nos dias 28 de julho, no Teatro Bradesco (São Paulo) e 04 de agosto, no Teatro Bradesco Rio (Rio de Janeiro).
 
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Foto|Eduardo Alexandre
 
Este show capta a imagem, a música e a personalidade do grupo sueco ABBA, uma das bandas de maior sucesso na história da música pop e uma das grandes líderes da disco music, fenômeno musical que contagiou o mundo no final dos anos 70. O público vai ser convidado a relembrar o passado, com direito a botas de couro, figurinos gritantes, indumentárias cobertas de pedras brilhantes e todo o glamour de uma época de ouro que, infelizmente, não existe mais.
 
Abba Mamma Mia – The Tribute Show” é protagonizado pelas atrizes e cantoras Gwendolyne Moore (como Agnetha) e Florencia Róvere (como Frida), esta ex-protagonista do musical “Les Miserables” (“Os Miseráveis”) no México e na Inglaterra. Na parte masculina estão dois músicos de extrema experiência. Na voz e na guitarra Nicolás Salvador (como Björn) e nos vocais e pianos Sergio Gutierrez (como Benny). A banda está desenhada para reproduzir fielmente a formação vocal e instrumental do quarteto original.
 
A qualidade e a exigência dos espetáculos produzidos em Buenos Aires – a capital latino-americana do entretenimento – faz com que as bandas de tributo argentinas sejam reconhecidas em todo o mundo, sobretudo no Brasil. Músicos experientes se dedicam a copiar todos os mínimos detalhes possíveis para recriarem grupos que só existem no imaginário do público, respeitando sempre os arranjos originais e a concepção musical da época.
 
Venha cantar, dançar e se emocionar com canções que marcaram gerações em uma noite para ficar na sua memória! Dos mesmos criadores de Geminis Bee Gees.
 
Classificação: Livre
Duração: 95min.
 
ZAFFARI e TRAMONTINA apresentam
Realização: Trilha Entretenimento, Branco Produções e Opus Promoções
 
ABBA MAMMA MIA TRIBUTE SHOW
Dia 28 de julho, no Teatro Bradesco (São Paulo/SP)
Dia 04 de agosto, no Teatro Bradesco Rio (Rio de Janeiro/RJ)
 
SÃO PAULO (SP)
Dia 28 de julho
Sexta-feira, às 21h
Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo)
ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.
Capacidade: 1457 pessoas
Acesso para deficientes
 
Estacionamento:
Isento até 15 minutos
Compras no Záffari acima de R$ 40,00 = 3h de isenção
Self: Primeiras 2 horas = R$ 12,00
Hora adicional = R$ 2,00
Valet Parking: 1ª hora = R$ 16,00
Hora adicional = R$ 10,00
Motos: Primeiras 2 horas = R$ 10,00
Hora adicional = R$ 2,00
 
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
Ingresso Rápido: 4003-1212
Bilheteria Teatro Bradesco: Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo Horário de funcionamento: Domingo a Quinta das 12h às 20h, Sexta e Sábado das 12h às 22h.

Com Andrea Beltrão, “ANTÍGONA” chega ao SESC Santo André

por Redação.

City Portal
19/07/2017 16:58:00
 
Dirigido por Amir Haddad, clássico da cultura ocidental verbaliza a condição humana e a necessidade de insurgências em tempos de exceção
 
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Foto|Guga Melgar
 
Considerada pelo filósofo alemão G.W.F Hegel uma tragédia ao mesmo tempo antiga e moderna, por discutir direito natural e o conceito ocidental de justiça, “Antígona”, de Sófocles, pertence à última parte da trilogia tebana, iniciada pela saga de Édipo Rei. A versão do diretor Amir Haddad para o clássico, com interpretação de Andrea Beltrão, tem uma curtíssima temporada no Sesc Santo André, entre os dias 21 e 23 de julho, com sessões na sexta-feira, às 21h; no sábado, às 20h; e no domingo, às 18h. Os ingressos custam até R$40.
 
Após 2.400 anos de sua primeira montagem na Grécia Antiga, a peça apresenta um eterno retorno às raízes do mito, da obra, do autor e dos pilares da cultura e da civilização ocidentais. No plano simbólico e filosófico, a narrativa de Antígona remete às tensões entre o divino e o humano, à temporalidade dos deuses, à angústia humana diante da imortalidade, à justiça como uma benevolência dos deuses e às dimensões ética e humana. Sófocles abre, também, uma dimensão política e existencial, a partir do tema da morte.
 
A montagem ainda aborda o derradeiro instante da vida como ponto de cisão, de crise, necessária a qualquer reflexão sobre a nossa condição. Evocando uma retrospectiva entre o ato do nascer e do momento final, a morte não abriria apenas uma causalidade física, mas mostraria a demarcação em indivíduos do simbólico numa determinada cultura: a necessidade presente – enterrar o irmão morto – pelo respeito às leis da ancestralidade, e as condições políticas num determinado período histórico.
 
Escrita por volta de 442 a.C, a obra de Sófocles narra a tragédia de Antígona, filha de Édipo e irmã de Etéocles e Polinice. Depois que Édipo comete o parricídio e incesto, admite a culpa trágica e cega os próprios olhos, seus descendentes iniciam uma disputa pelo poder. Os irmãos homens acabam se matando em uma briga pelo trono.
 
Sem nenhuma descendência masculina, Creonte, o mais próximo da linhagem de Jocasta (mãe-esposa de Édipo), ganha o título para governar Tebas. Em seu primeiro edito, o tirano decreta como deverá ocorrer o cerimonial fúnebre de Etéocles e Polinice. O primeiro ganha a honra de ser sepultado de acordo com as leis divinas; o segundo, para servir de exemplo aos demais cidadãos de Tebas, tem seu corpo abandonado aos cães e aves de rapinas
 
Ao saber do decreto do monarca, Antígona se revolta com o fato de Polinice ser enterrado sem os devidos ritos sagrados. Ela se mostra insubmissa às leis humanas e batalha para que o corpo do irmão possa ser apropriadamente velado.
 
Com tradução de Millôr Fernandes e dramaturgia de Amir Haddad e de Beltrão, o espetáculo atesta a vertiginosa capacidade das tragédias gregas de mostrar o dilaceramento da razão frente às paixões da alma; a condição humana sempre levada pela incerteza das contingências e pela tardia chegada da consciência diante dos acontecimentos.
 
Como destaca Millôr na primeira encenação para a sua tradução: “Se o céu fosse azul, o pão bem distribuído, a escola aberta, o amor proclamado, o riso permitido, a fé diversificada, o mérito reconhecido, Antígona estaria morta e enterrada entre milhões de alfarrábios que perderam força na literatura dramática de todos os tempos”.
 
Andrea Beltrão acaba de ser indicada ao Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) 2017, na categoria de “Melhor Atriz”.
 
FICHA TÉCNICA:
 
“Antígona”, de Sófocles
Tradução: Millôr Fernandes
Dramaturgia: Amir Haddad e Andrea Beltrão
Direção: Amir Haddad
Com: Andrea Beltrão
Iluminação: Aurélio de Simoni
Figurino: Antônio Medeiros
Direção de Movimento: Marina Salomon
Cenário e Projeto Gráfico: Fabio Arruda e Rodrigo Bleque (Cubículo)
Mídias Sociais: Rosa Beltrão de Farias
Operação de Luz: Vilmar Olos
Desenho de Som: Andrea Zeni
Trilha Sonora: Alessandro Persan
Apoio Sonorização: Áudio Cênico
Montagem Cênica: Ricardo Rodrigues
Camareira: Conceição Telles
Administração: Sérgio Canizio
Desenvolvimento Turnê Nacional:Trigonos Produções Culturais
Produção: Boa Vida Produções
 
SERVIÇO:
“ANTÍGONA”
21/07, sexta-feira, às 21h; 22/07, sábado, às 20h; e 23/07, domingo, às 18h. 
Teatro
Ingresso:R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (aposentado, pessoa com 60 anos ou mais, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante), R$ 10,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc  e dependentes). Venda limitada a 6 ingressos por pessoa ou CPF.
Não recomendado para menores de 18 anos.
Sesc Santo André– Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André - Telefone: (11) 4469-1200
Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 6 | Outros – R$ 11
Informações sobre outras programações: http://www.sescsp.org.br/santoandre

CÁSSIA ELLER – O MUSICAL confirma novas datas antes de reestreia no Teatro Opus, em SP

por Redação.

City Portal
17/07/2017 16:34:00
 
Após rodar o país e ser visto por milhares de pessoas, espetáculo que retorna a capital paulista, estendeu temporada até 13 de agosto
Temporada de 21 de julho a 13 de agosto
 
O “Cassia Eller – O Musical” estreia apenas no próximo dia 21 de julho, no novíssimo Teatro Opus (Shopping Villa-Lobos), em São Paulo, mas já teve a sua curta temporada prorrogada até o dia 6 de agosto.
 
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 Crédito|Marcos Hermes
 
O espetáculo que já foi visto por mais de 150 mil espectadores após percorrer as 27 capitais brasileiras, destaca a carreira de uma das vozes mais marcantes da MPB. “Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”. Os versos de Renato Russo que Cássia Eller cantou por tantos anos falam muito sobre a personalidade da artista, uma verdadeira fera nos palcos, mas que podia ser um bicho arredio fora dele. Mulher de poucas palavras, cantora de infinitos sons e uma voz tamanha, doce e amiga na vida, foi forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna.
 
O musical tem direção de João Fonseca e Viniciús Arneiro, idealização de Gustavo Nunes e produção da Turbilhão de Ideias Entretenimento. O texto é de Patrícia Andrade, que flagra Cássia ainda antes do início da carreira e acompanha toda a sua trajetória musical - dos primeiros passos como cantora em Brasília a sua explosão nacional - sem deixar de lado seus amores, em especial Maria Eugênia, sua companheira com quem criou o filho Chicão. A autora fez um amplo mergulho na obra de Cássia e entrevistou familiares e amigos que a ajudaram a construir um mosaico fiel sobre a história da cantora.
 
A direção musical é de Lan Lanh, que tocou anos com Cássia e tem total propriedade na obra da cantora. O roteiro passeia desde uma criação autoral quase obscura, como Flor do Sol, até algumas canções que ficaram imortalizadas por ela, como Malandragem (Cazuza/Frejat), Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz) e Por Enquanto (Renato Russo). O amigo Nando Reis, que é também personagem do espetáculo, comparece com várias composições no repertório, como All Star, O Segundo Sol, Relicário, Luz dos Olhos e E.C.T., entre outras.
 
O papel-título é interpretado por Tacy de Campos, atriz e cantora de Curitiba que foi escolhida entre mais de 1000 candidatas que se inscreveram para as audições, quando foi definido também todo o elenco, que conta ainda com  Emerson Espíndola, Evelyn Castro, Ingrid Gaigher, Leandro Daniel, Jana Figarella, Jandir Ferrari, Thainá Gallo. Os diretores João Fonseca e Viniciús Arneiro não poupam elogios à protagonista: “Tacy é sensacional, muito inteligente e intuitiva, além de ter uma voz incrível”, exalta João.
 
Ela surpreendeu a todos e, antes mesmo dela cantar, já estávamos magnetizados pela figura tímida e doce que ela é. Ao final da primeira música, ficamos um pouco em silêncio, admirados com o que estava diante de nós. Existem algumas semelhanças entre ela e a Cássia e foi essa pureza de estado que nos arrebatou”, complementa Viniciús.
 
Para João Fonseca, esse é um espetáculo diferente dos musicais biográficos que ele dirigiu anteriormente (sobre Tim Maia e Cazuza). “É focado no essencial, simples e teatral como a própria Cássia. Apenas cadeiras, os atores e os músicos. A Márcia Rubin elaborou uma coreografia diferente, não é uma dança convencional, mas uma movimentação coreográfica”, acrescenta.
 
A banda é formada por Felipe Caneca e Roberto Kauffman (pianistas), Pedro Coelho (baixista), Diogo Viola (guitarrista), Mauricio Braga (baterista) e Fernando Caneca (violonista). A ficha técnica do espetáculo completa-se com os figurinos de Marília Carneiro e Lydia Quintaes, iluminação de Maneco Quinderé, cenários de Nello Marrese e Natália Lana e direção de movimento de Márcia Rubin.
 
MÚSICAS
 
1. Do Lado Do Avesso (Cássia Eller)
2. Lanterna dos Afogados (Herbert Vianna)
3. Eu Queria Ser Cássia Eller (Péricles Cavalcante)
4. Come Together (Lennon/Mc Cartney)
5. Vinheta: Noturno (Graco/Caio Sílvio)
6. Que País é Este (Renato Russo)
7. Flor do Sol (Cássia Eller/Simone Saback)
8. Noite do Meu Bem (Dolores Duran)
9. Mercedez-Benz (Janis Joplin with the posts Michael McClure and Bob Neuwirt)
10. Pra longe do Paranoá (Oswaldo Montenegro)
11. Ne me Quitte Pas (Jacques Brel)
12. Vinheta: Eu Queria Ser Cássia Eller
13. Eleanor Rigby (Lennon/Mc Cartney)
14. Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz)
15. Vinheta: Stairway to Heaven (Page/Plant)
16. Juventude Transviada (Luis Melodia)
17. Rubens (Mario Manga)
18. De Esquina (Xis)
19. Palavras ao Vento (Moraes Moreira/Marisa Monte)
20. Top Top (Mutantes/Arnolpho Lima)
21. Um Branco, Um Xis e Um Zero (Marisa/Pepeu/Arnaldo)
22. Vinheta: Infernal (Nando Reis)
23. Por Enquanto (Renato Russo)
24. Vinheta: Partido Alto (Chico Buarque)
25. Com Você Meu Mundo Ficaria Completo (Nando Reis)
26. Coroné Antonio Bento (João do Valle/Luiz Wanderley)
27. Cocorocó (Marcio Mello)
28. 1º de Julho (Renato Russo)
29. Todo Amor que Houver nessa Vida (Cazuza/Frejat)
30. Malandragem (Cazuza/Frejat)
31. ECT (Nanco Reis/Carlinhos Brown/Marisa Monte)
32. Luz dos Olhos (Nando Reis)
33. Nós (Tião Carvalho)
34. Soy Gitano (J. Monje/José Fernandes Torres/Vicente Amigo)
35. Relicário (Nando Reis)
36. All Star (Nando Reis)
37. Smells Like Teen Spirit (Nirvana)
38. Non, Je Ne Regrette Rien (Michel Vaucaire/Charles Dumont)
39. O Segundo Sol (Nando Reis)
 
ELENCO E PERSONAGENS
 
Tacy de Campos (Cássia Eller)
Ingrid Gaigher (Cláudia/Eugênia)
Emerson Espíndola  (Ronaldo/Marcelo Saback/Elder/Executivo/ Nando Reis)
Evelyn Castro (Nanci Eller/Ana)
Jana Figarella (Rúbia/Dora/Cássia Eller)
Jandir Ferrari / Leandro Daniel (Altair Eller/ Oswaldo Montenegro/ Violonista/ Empresário/ Guto/ Fernando Nunes)
Thainá Gallo (Moema/Lan Lan)
 
Obs: as atrizes Tacy de Campos e Jana Figarella revezam-se na personagem de Cássia Eller sem aviso prévio.
 
FICHA TÉCNICA
 
Texto: Patrícia Andrade.
Direção: João Fonseca e Viniciús Arneiro.
Direção De Produção: Gustavo Nunes.
Direção Musical: Lan Lanh.
Codireção Musical: Fernando Nunes.
 
BANDA
 
Pianistas: Felipe Caneca e Roberto Kauffman
Baixista: Pedro Coelho.
Guitarrista: Diogo Viola.
Baterista: Mauricio Braga.
Violonista: Fernando Caneca.
 
Direção De Movimento: Márcia Rubin.
Figurinista: Marília Carneiro e Lydia Quintaes.
Cenógrafo: Nello Marrese e Natália Lana.
Visagismo: Beto Carramanhos.
Design De Luz: Maneco Quinderé.
Cenotécnico: André Salles e Equipe.
Designer e Engenheiro de Som: João Paulo Pereira
Operação de som: João Paulo Pereira.
Preparador Elenco (Tacy De Campos): Ana Paula Bouzas.
Produtora de Elenco: Cibele Santa Cruz.
Pesquisadora: Barbara Duvivier.
Fotógrafo: Marcos Hermes.
Assistência de Direção: João Pedro Madureira.
Assistência de Direção de Movimento: Luar Maria.
Representante do Espólio da Família da Cássia Eller: Rodrigo Garcia.
Preparação Vocal: Marco Dantonio.
Pianista Ensaiador: Felipe Caneca.
Produção Executiva: Jenny Mezencio
Coordenador de Produção: Helber Santa Rita
Marketing: Mauricio Tavares
Designer: Julliana Della Costa
Idealização: Gustavo Nunes
Uma Produção Turbilhão De Ideias Entretenimento
Realização: Turbilhão de Ideias Entretenimento e Opus Promoções
 
Serviço
 
SÃO PAULO (SP)
Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 - Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping VillaLobos)
Temporada: De 21 a 13 de agosto

ENGOLINDO SAPO – Últimas apresentações, imperdível...

por Redação.

City Portal
15/03/2017 19:51:00
 
Últimas apresentações após oito anos seguidos em cartaz. Renato Scarpin mostra as loucas relações de qualquer pessoa normal, além de personagens politicamente absurdos
 
renatoscarpin1.jpg
 
Encerraremos o 'Engolindo Sapo" no mesmo teatro que a peça estreou pela primeira vez, em 2009 !! Com a marca de quase 800 apresentações durante esses 8 anos, em diversos teatros, cidades e estados!
 
O espetáculo solo de humor intercala momentos de 'cara limpa' com personagens inusitadas. Renato Scarpin revela situações que todos nós passamos, mas nunca paramos para pensar em seu lado cômico, mostra de forma hilária as relações entre casais, amigos, família, chefes ou funcionários. Intercalando esses momentos de sátira e descontração, o ator interpreta 4 personagens improváveis: o Sapo da Cantareira, isso mesmo, um sapo que vive na Cantareira e está sofrendo com a falta d'água em São Paulo e com os problemas políticos do momento. Mohamed, um terrorista árabe que só se dá mal no Brasil. Nicanor, um idoso que tenta aprender computação com seu neto, mas encontra todas as dificuldades de se dominar uma nova tecnologia e linguagem tão distantes de sua geração. E, por fim, Marigreides, uma empregada louca e atrapalhada que entende tudo errado.
 
ENGOLINDO SAPO 
 
Concepção e interpretação: Renato Scarpin
Duração: 70 min.
Gênero: Humor
Classificação: 12 anos
 
Teatro Bibi Ferreira (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 - Bela Vista - Tel.: (11) 3105-3129 / 99849-4234)
Sábados, 19h.
R$ 60,00 inteira
Até 25 de março de 2017. ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES