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Marília Pêra sabia alcançar a alma de todo personagem

por Redação.

City Portal
05/12/2015
 
A atriz Marília Pêra respondia com um belo sorriso quando ouvia falar de seu perfeccionismo. "Sou apenas dedicada", dizia, com um ar maroto, tentando minimizar o tremendo esforço que utilizava para compor qualquer papel, especialmente em musicais, gênero a que se dedicou com mais afinco nos últimos anos.
 
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Personagem Florence Foster Jenkings musical Gloriosa!
 
Estudiosa do canto lírico e também da tonalidade dedicada exclusivamente ao musical, o chamado belt, Marília, além do cuidado em seguir os registros das partituras, concentrava-se na memorização das letras. "Se o compositor pensou em determinada nota, por que justamente eu deveria mudá-la?", dizia ela, para justificar a fidelidade e o empenho.
 
Isso impressionava os colegas. Miguel Falabella, fiel companheiro de palco e televisão nos últimos anos, sempre ressaltou a forma com que a atriz se entregava a qualquer tipo de papel. "Marília nos obrigava a um empenho além do normal, ninguém conseguia vacilar, seja na nota, seja no passo coreográfico, ao perceber o empenho de Marília. Um dos poucos exemplos de uma atriz completa que ainda temos neste País", comentava.
 
Por conta disso, Marília conseguia também, com a simples mudança de detalhes, como figurino, criar personagens muito distintos. Em 2003, por exemplo, uma série de diferentes penteados identificava Marília. Com os cabelos curtos, ela subia ao palco para o espetáculo Marília Pêra Canta Ary Barroso, que voltava em cartaz em São Paulo. Com uma longa peruca cacheada, ela viveu também o personagem de Madame Clessy, na versão cinematográfica que Jofre Rodrigues prepara da peça Vestido de Noiva, escrita pelo pai, Nelson. E, nos raros momentos de folga, ela já se preparava para cortar as madeixas, em um penteado rente à nuca para assumir a mitológica figura de Coco Channel na peça Mademoiselle Chanel, escrita por Maria Adelaide Amaral sobre a mulher que, ao ditar novos rumos da moda feminina, também apontou uma conduta revolucionária para as mulheres. "São personagens muito fortes e maravilhosos, que exigem um grande trabalho de preparação e concentração", comentava.
 
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Para viver Chanel, Marília recuperou sua intensa pesquisa, semelhante ao que fizera para viver outra diva, Maria Callas, no espetáculo Master Class. Na criação de Chanel, Marília fez diversas pesquisas - leu biografias e artigos, observou dezenas de fotos e acompanhou atentamente as poucas imagens em movimento que restaram da estilista. "Chanel era uma mulher misteriosa, pois oferecia várias faces", contava a atriz. "Apesar de sua fala agressiva, ela inventou um jeito delicado de andar." Marília preocupou-se com a coreografia do personagem, representando com elegância gestos comuns de Chanel como colocar uma das mãos no bolso (ou no cós da saia), enquanto a outra segura um cigarro. "Ela é uma atriz que alcança a alma do personagem", observava o diretor Jorge Takla, com quem Marília trabalhou em outras produções, como o musical Vitor ou Vitória?
 
A pesquisa era uma atividade infinita, para ela. "O teatro é como um quadro eternamente inacabado, em que novos detalhes são acrescentados", justificava Marília, que contava ter um ritual: sempre chegava cedo ao teatro, fazia exercícios vocais e corporais e apenas depois de soar o primeiro toque é que vestia a roupa de seu personagem. "Tenho muito respeito pelo figurino", confessava.
 
O profissionalismo se estendia para as produções em que Marília Pêra dirigia. Foram vários espetáculos, mas certamente o mais duradouro foi O Mistério de Irma Vap, que estreou em 1986, com Marco Nanini e Ney Latorraca, e que ficou 11 anos em cartaz, fato registrado no livro de recordes. Uma montagem "de quintal" - assim ela se recordava da primeira encenação, uma experiência ao mesmo tempo excitante como improvisada. "Utilizamos roupas de outras peças, perucas emprestadas, uns trocados aqui, outros ali... Foi assim: uma montagem 'jovem'."
 
Havia uma alucinada troca de roupas - 56 ao todo, nenhuma ultrapassava os 30 segundos para não quebrar o ritmo. Também estavam lá as improvisações, as brincadeiras entre os atores, o jogo com a plateia. A veia cômica de Marília Pêra, uma das maiores comediantes da TV e do palco, revelou-se essencial para a conquista do bom resultado.
 
Outro momento curioso que mostrava o virtuosismo da atriz aconteceu no musical Gloriosa!, dirigida por Charles Möeller e Claudio Botelho e que estreou em 2008. Ali, ela interpretou Florence Foster Jenkings, soprano americana que se tornou famosa por sua completa falta de ritmo, tom e todas habilidades do canto. Em outras palavras, a pior cantora de ópera do mundo.
 
"Ela não conseguia acertar nenhuma nota, o que tornava seus concertos um verdadeiro show de humor", contava Marília. "Assim, seus concertos se tornaram concorridíssimos e as pessoas gargalhavam durante as apresentações." Afinadíssima, Marília era obrigada a descobrir primeiro como era cantar certo, para depois desaprender a cantar. "Espero também ser vaiada", brincava ela, o que, de fato, jamais aconteceu.
 
* fonte DN

Charles Möeller & Claudio Botelho retomam a obra de Cole Porter

por Redação.

E a parceria com José Mayer em ‘KISS ME, KATE – O BEIJO DA MEGERA’
 
Ator retorna aos palcos para viver protagonista do premiado musical inspirado em ‘A Megera Domada’, de William Shakespeare
 
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A estreia de ‘Kiss me, Kate’ é um marco na trajetória de Charles Möeller & Claudio Botelho. Há exatos 15 anos, eles despontaram para o sucesso com ‘Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava’ e abriram caminho para todo o renascimento que o teatro musical teve no Brasil desde então. Na época, a montagem de ‘Kiss me, Kate’ – o mais celebrado musical de Porter, vencedor do Prêmio Tony, em 1949 – era um sonho distante, devido a todas as exigências técnicas e artísticas do espetáculo. 
 
Depois de 35 espetáculos e toda uma nova geração de profissionais formada neste intervalo, a dupla finalmente vai mostrar a sua versão para o musical, com pré-estreias a partir de 24 de outubro no Teatro Bradesco com produção da Möeller & Botelho. Em seu retorno aos palcos, José Mayer terá o desafio de viver o protagonista Fred Graham.
 
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Não poderíamos fazer sem ele. Este é um projeto muito antigo e só retomamos porque encontramos um ator com todas as características que este complexo protagonista pede. O Zé é um profissional completo’, avalia Charles Möeller, cujo primeiro trabalho com o ator foi no sucesso ‘Um Violinista no Telhado’ (2011), musical que teve todas as sessões com lotação esgotada e deu a Mayer indicações aos principais prêmios do país.
 
Desta vez, ele retorna em um tipo bem diferente daquele judeu que enfrentava dramas em sua aldeia natal. Fred Graham é o vaidoso e galanteador dono de uma companhia de teatro que segue em turnê com uma montagem de ‘A Megera Domada’, de William Shakespeare. 
 
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É o ponto de partida para um divertido passeio pelos bastidores da companhia e pela comédia de erros que se desenvolve dentro e fora de cena. A trama da ficção reflete também a personalidade do quarteto formado por Fred (José Mayer), sua ex-esposa, a diva Lilli Vanessi (Alessandra Verney), a novata Louis Lane (Fabi Bang) e Bill (Guilherme Logullo), que contrai uma dívida de jogo em nome do patrão. 
 
No palco da ficção, Mayer e Verney vivem um dos mais celebrados casais do teatro shakespeareano, Petruchio e Catarina. ‘O metateatro sempre me interessou muito. Temos uma peça dentro da peça e ainda os diálogos de Shakespeare. É uma adaptação muito inteligente’, ressalta Möeller.
 
Primeiro musical de Cole Porter montado na íntegra do Brasil, ‘Kiss me Kate – O Beijo da Megera’ reúne pérolas de seu brilhante cancioneiro, como ‘So In Love’, ‘From This Moment On’ e ‘Another Op’nin’, Another Show’, todas vertidas para o português por Claudio Botelho, que recentemente estrelou o show ‘Cole Porter e Meus Musicais de Estimação’. Formada por 13 músicos, a orquestra terá a regência do maestro Marcelo Castro, parceiro da dupla em ‘A Noviça Rebelde’, ‘Gypsy’, ‘Um Violinista no Telhado’ e ‘O Mágico de Oz’.
 
Assim como fizemos com todos os outros clássicos que já ‘enfrentamos’, vamos trazer o ‘Kiss me, Kate’ para perto do público. Faremos uma grande homenagem ao Teatro Musical e aos profissionais que doam as suas vidas para colocar um espetáculo em cena’, conta Möeller, que dará um sabor de época à encenação através dos cenários e figurinos produzidos artesanalmente.
 
Assinada por Rogério Falcão, a cenografia fará uso dos antigos painéis teatrais de tecido, pintados à mão, e também terá dezenas de adereços manufaturados. Os figurinos, a cargo de Carol Lobato, vão seguir o mesmo conceito para situar o espectador na época e no local (Baltimore, 1948) em que a ação se desenrola. Outros antigos colaboradores de Möeller & Botelho completam a ficha técnica, como o iluminador Paulo Cesar Medeiros, o coreógrafo Alonso Barros e a coordenadora de produção Tina Salles.
 
KISS ME, KATE – O BEIJO DA MEGERA
Música e letras de COLE PORTER
Libreto de Sam e Bella Spewack
Um espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho
ELENCO
JOSÉ MAYER, ALESSANDRA VERNEY, FABI BANG, GUILHERME LOGULLO , CHICO CARUSO, WILL ANDERSON, LÉO WAINER, JITMAN VIBRANOVSKI, RUBEN GABIRA, IVANNA DOMENYCO , IGOR PONTES, LEO WAGNER, MARCEL OCTAVIO, BETO VANDESTEEN, AUGUSTO ARCANJO, GISELLE PRATTES, JOÃO PAULO DE ALMEIDA, LANA RHODES, MARIANA GALLINDO, PATRICIA ATHAYDE, THIAGO GARÇA e TOMAS QUARESMA.
 
TEATRO BRADESCO (RIO DE JANEIRO)
 
SÃO PAULO AGUARDA MAIS ESTE SUCESSO DE CHARLES MÖELLER & CLAUDIO BOTELHO

Semana Inclusiva no Sesc Santana

por Redação.

City Portal
29/11/2015 18:13:00
 
Entre os destaques da programação estão a peça “Fantasmas” com serviço de audiodescrição e o espetáculo infantil “Acampatório”, com tradução em LIBRAS
 
O Sesc São Paulo promove, entre os dias 01 e 06 de dezembro, a Semana Inclusiva, com apresentações artísticas e atividades esportivas acessíveis que promovem a convivência entre pessoas com e sem deficiências.
 
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Foto | Aro Ribeiro
 
No Sesc Santana, as atividades acontecem nos dias 05 e 06, sábado e domingo. Dentre os destaques, estão a peça “Fantasmas”, no dia 05, às 21h, com serviço de audiodescrição; e o espetáculo infantil “Acampatório”, no dia 06, às 14h, com serviço de tradução em LIBRAS.
 
Confira abaixo a programação completa e descrição das atividades:
 
Infantil
 
Heróis da Natureza | 05/12. Sábado, 16h | Sala de Múltiplo Uso I | Livre | Grátis.
Contação de Histórias com Tradução em Libras.
Nesta apresentação, mitos indígenas e ancestrais conduzem as personagens numa jornadaem busca da reintegração do ser humano com a natureza. Com Fabio Lisboa.
 
Teatro
 
Fantasmas | 05/12. Sábado, 21h | Teatro | 16 anos | R$9 a R$30.
Apresentação com Serviço de Audiodescrição.
A peça narra a terrível jornada da Sra. Alving e de seu filho Oswald: ela está prestes a inaugurar um asilo para doentes terminais, construído em memória de seu falecido marido, o Capitão Alving, homem rico e respeitável.
Escrita por Henrik Ibsen em 1881, é a obra-prima do dramaturgo norueguês considerada por muitos teóricos como a primeira tragédia moderna da História.
- Texto: Henrik Ibsen. 
- Direção, tradução e adaptação: Roberto Alvim. 
- Elenco: Guilherme Weber, Juliana Galdino, Pascoal da Conceição, Mário Bortolotto e Luísa Micheletti.
Duração: 60 min.
 
Acampatório | 06/12. Domingo, 14h | Teatro | Livre | R$5 a R$17 (grátis para crianças até 12 anos). 
Apresentação teatral com Serviço de Tradução em LIBRAS.
Três divertidos e criativos amigos partem para uma empolgante aventura: vão acampar em terras desconhecidas! Entram em cena com as suas mochilas superequipadas e abrem as portas para a imaginação. Com Cia Truks.
- Texto e direção: Henrique Sitchin, Gabriel Sitchin, Rafael Senatore, Rogério Uchoas.
- Direção: Henrique Sitchin.
Duração: 50 min.
 
Intervenção
 
Kinesis | 06/12. Domingo, das 13h às 18h | Sala de Múltiplo Uso I | Livre | Grátis.
 
Performance ambulante que utiliza movimento para falar de movimento. O público, vendado, percorre um trajeto guiado por atores que interpretam textos e estimulam sensações. Ao longo desse percurso, os participantes convidados a perceber uma maneira mais profunda de movimento: o movimento interior.  
 
Exposição
 
Visita ao Acervo | 06/12. Domingo, das 13h30 às 18h30 | Sala de Múltiplo Uso I | Livre | Grátis.
Visita acessível ao acervo de obras de arte do Sesc Santana, com réplicas táteis adaptadas para pessoas com deficiência visual e interpretação em Libras.
 
Sesc Santana na Semana Inclusiva
Dias 05 e 06 de dezembro.
Livre para todos os públicos.
Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo. Tel.: (11) 2971-8700
Estacionamento – R$11 período do espetáculo (desconto de 50% para comerciários com credencial plena - Sesc).

Sesc Santana promove peças infantis gratuitas em Guarulhos com a Cia. Truks

por Redação.

City Portal
24/11/2015 20:59:00
 
“A Bruxinha” e “Sonhatório” são os trabalhos apresentados no Bosque Maia e no CEU Pimentas
 
O Sesc Santana realiza, em parceria com a Prefeitura de Guarulhos, espetáculos infantis com a Cia. Truks: no dia 27 de novembro, sexta, a peça “Sonhatório” acontece no CEU Pimentas às 10h e às 14h30; e no dia 28 de novembro, sábado, é apresentada “A Bruxinha”, no Bosque Maia, às 11h e às 15h.
 
Criada em 1990, a Cia. Truks utiliza-se de bonecos inspirados na técnica japonesa do “Bunraku”, no qual cada personagem é manipulado simultaneamente por 3 atores. O grupo já recebeu os principais prêmios do teatro para crianças do Brasil, como o Mambembe, do Ministério da Cultura, o APCA, da Associação Paulista de Críticos de Arte, entre outros.
 
As apresentações são gratuitas e livres para todos os públicos. Confira abaixo a sinopse completa das peças:
 
Sonhatório | 27/11. Sexta, às 10h e às 14h30 | CEU Pimentas
 
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FOTO | HELOISA BORTZ
 
CEU Pimentas: Estrada do Caminho Velho, 351 – Pimentas – Guarulhos.
É hora do almoço no Sanatório Boa Cabeça. Sentam-se à mesa três supostos loucos, para a refeição. Porém, não há ali nada para comer ou beber. Sedentos e famintos, os amigos partem em uma deliciosa viagem imaginária em busca de comida, que os levará para áridos desertos, para o fundo do mar e para longínquos planetas.
Os personagens são feitos de guardanapos, bacias, copos, garrafas pet, sacolas plásticas, talheres e pratos.
Ficha Técnica
Criação: Henrique Sitchin e Gabriel Sitchin.
Texto e Direção: Henrique Sitchin.
Elenco: Gabriel Sitchin, Rogério Uchoas E Rafael Senatore.
 
A Bruxinha | 28/11. Sábado, às 11h e às 15h | Bosque Maia
 
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Bosque Maia: Av. Paulo Faccini, 1650 – Centro – Guarulhos.
A Bruxinha se diverte inventando mágicas e conhecendo novos amigos, com quem partilha suas aventuras: um engraçado Leão, o Dragão e, é claro, seu secreto admirador Gregório.
O show, porém, é interrompido pela chegada de um Monstro muito desajeitado, que deseja "testar" a varinha de condão. A partir daí, uma ágil sucessão de imagens narra o duelo, como em uma cena de desenho animado.
Ficha Técnica
Direção: Henrique Sitchin.
Elenco: Luciana Semensatto, Helder Parra, Aguinaldo Rodrigues, Angélica Prioste, Priscila Castro​.
 
Sesc Santana.
Sonhatório: 27/11. Sexta, às 10h e às 14h30. Duração: 50 min.
CEU Pimentas: Estrada do Caminho Velho, 351 – Pimentas – Guarulhos.
A Bruxinha: 28/11. Sábado, às 11h e às 15h. Duração: 50 min.
Bosque Maia: Av. Paulo Faccini, 1650 – Centro – Guarulhos.
Grátis. Recomendação etária: livre.
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal http://www.sescsp.org.br/santana

Parque da Mônica apresenta musical criado especialmente para o Natal

por Redação.

City Portal
20/11/2015 12:33:00
 
O musical especial de Natal do Parque da Mônica, “A Fábrica de Brinquedos do Papai Noel” será apresentada no palco principal do Parque até 23 de dezembro e promete emocionar crianças e adultos
 
O Natal é um momento que inspira sentimentos de paz, amor e fraternidade. Para que seus visitantes vivam um pouco da magia dessa data tão aguardada, o Parque da Mônica apresenta “A Fábrica de Brinquedos do Papai Noel”. O musical é uma apresentação alegre e lúdica, que faz a plateia refletir sobre o verdadeiro sentido da data e ainda incentiva as crianças a doarem os brinquedos que não usam mais.
 
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Brincando e cantando, Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e Franjinha ajudam o Papai Noel a consertar os brinquedos com defeito e restauram a fábrica de brinquedos do bom velhinho que estava quebrada. Criada e produzida nos Estúdios Mauricio de Sousa e adaptada especialmente para o Parque, a apresentação tem 20 minutos de duração e é embalada por músicas superdivertidas, além, é claro, de ter uma linda cenografia natalina.
 
Durante o período de programação especial de Natal, também é possível tirar fotos com o Papai Noel aos finais de semana. O musical “O Sonho não Acabou” passa a ser apresentado no teatro da Turma da Mônica aos finais de semana.
 
Confira todos os horários no guia distribuído na entrada do Parque.
 
Parque da Mônica
Shopping SP Market – Av. das Nações Unidas 22.540 – São Paulo – SP
De acordo com o calendário disponível no site do parque (http://www.parquedamonica.com.br).
Passaportes:
Individual meia-entrada: R$ 64,50
Pacote para duas pessoas: R$ 178,00
Pacote para três pessoas: R$ 264,00
Pacote para quatro pessoas: R$ 348,00
Pacote para cinco pessoas: R$ 430,00
Público: Famílias com crianças de 2 a 14 anos
Estacionamento no local (área externa do shopping) – pago à parte.
Instagram: @parquedamonica