Gui Mohallem recebe público na Emma Thomas para bate-papo

por Redação.

 
Artista falará sobre o processo de criação e produção da série “Tcharafna”, em exposição na galeria
 
No dia 29 de junho, sábado, será realizado a partir das 15h na Emma Thomas um bate-papo com o artista Gui Mohallem, que está em cartaz na galeria com a exposição “Tcharafna”, composta por vídeos, fotografias e objetos, frutos de uma estada de seis semanas no Líbano, terra de origem de sua família.
 
Nesse encontro, aberto ao público, Mohallem discute questões relativas ao processo de criação e produção da série exposta na galeria – desde as implicações do deslocamento até a escolha dos suportes e as novas experimentações de linguagem. Participa do bate-papo a diretora da Casa Tomada, Tainá Azeredo.
 
Bate-papo com Gui Mohallem @ Galeria Emma Thomas
29 de junho, sábado, às 15h
Rua Estados Unidos, 2205, Jardins – São Paulo
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www.emmathomas.com.br 
Horário de funcionamento da galeria: segunda a sexta das 11h às 19h, sábados das 11h às 17h
Entrada gratuita/ Livre 

OBRANOME III - Poesia visual em exposição no Mosteiro de Alcobaça

por Redação.

 
Com curadoria de Wagner Barja, a mostra apresenta obras de 66 artistas e encerra a programação do Ano do Brasil em Portugal
 
Para encerrar o Ano do Brasil em Portugal, sessenta e seis artistas brasileiros,entre poetas, artistas plásticos, designers e acadêmicos reúnem-se a partir de 9 de junho em torno da palavra, e também da sua ausência, na exposição de poesia visual OBRANOME III, que ocupa o Mosteiro de Alcobaça, a 90 quilômetros de Lisboa.
 
Os visitantes vão conferir diversas tendências da poesia visual, como caligrama, poesia-objeto, poema-processo, vídeo-poesia,poesia-concreta, poesia gráfica, instalações poéticas, as diferenças entre língua e idioma. Numa mostra de poesia visual, é possível assimilar conceitos, ideias e procedimentos presentes naarte contemporânea e, nesse conjunto de linguagens integrantes do universo das artes visuais, perceber outras expressões que fazem fronteira com elas.
 
A exposição apresenta uma pitada de historicidade e uma explosão de atualidade no contexto da poesia visual contemporânea. Da caneta e papel à inclusão das novas tecnologias, a palavra escrita integra a essência criativa de todos os trabalhos. Imersas em outras linguagens ou transmutadas em estilhaços de linguagem, elas, as palavras, deixam resquícios e marcas de sua existência.
 
“Há um sabor antropofágico e de retorno às origens ao atravessarmos o Atlântico com a terceira exposição OBRANOME – Antologia da Poesia Visual Brasileira.  Reescrever essa mostra no Mosteiro de Alcobaça, uma construção gótica de 1145, justamente onde se desenvolveram, em Portugal, os primeiros estudos da Lógica, do Latim e do Português, torna-separa esse projeto de exposição um inédito encontro com um passado desconhecido”, afirma Wagner Barja, curador da exposição e diretor do Museu Nacional de Brasília.
 
OBRANOME III resgata a ideia do poema-objeto e instiga várias possibilidades de comunicação entre a obra e o público. São artistas que apostaram em outros significados para utilização das palavras,abandonando a sintaxe convencional. Há os que partem das palavras e os que chegam até ela; a palavra – visual, sonora ou tátil. Os movimentos dos signos, significados e significantes estão no cerne da criação. A passagem da palavra à imagem, da imagem convertida em poesia, da imagem que se transmuta em objeto e do objeto em palavras. O ir e vir das linguagens, que se fundem e se separam nos canais da racionalidade e da intuição.
 
“Ao apresentarmos a língua portuguesa transposta em significados de diversificadas linguagens visuais contemporâneas, por ocasião do Ano do Brasil em Portugal e, ainda num contexto político-cultural deste momento de recente acordo idiomático entre nações, torna-se ainda mais emblemático e evidente o apelo que há no gênero da arte da poesia visual. Essa outra espécie de semântica, que faz convergir à palavra a sonoridade e a imagem, vem imprimir originalidade e experimentação estética ao evento que busca aproximar culturalmente os dois países irmãos”, ressalta Wagner Barja.
 
Artistas - Adriana Cascaes, Adriana Maciel, Al-Chaer, Alexandre Dacosta, Alexandre Rangel, Ana Hatherly, André Santangelo, André Vallias, André Ventorim, Anna Bella Geiger, Anna Braga, Antonio Miranda, Armando Queiroz, Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, Bené Fonteneles, Carlos Café, Carppio de Moraes, Célia Matsunaga, Cézar Oiticica Filho, Cirilo Quartim, Corpos Informáticos, Domingos Guimaraens, Elisa de Magalhães, Elyeser Szturm, Evandro Salles, Felipe Barbosa, Fernando Aguiar, Fernando Madeira, Francisco K, Gê Orthof, Geraldo Zamproni, Grupo Entreaberto, Helio Oiticica, Julio Plaza, Leopoldo Wolf, Lia do Rio, Luiz Alphonsus de Guimaraens, Marcelo Sahea, Marcio Zardo, Miguel Ferrerine, Milton Marques, Nanche Las Casas, Neuton Chagas, Luiz Oliviéri, Paulo Bruscky, Pedro Xisto, Ralph Gehre, Renato Matos, Resa, Roberta Imbiriba, Rodrigo Paglieri, Roland Campos, Ronald Duarte, Rosana Ricalde, Rubens Jardim, Sidney Azevedo, Silvio Zamboni, Siron Franco, Suely Farhi, Suyan de Mattos, Tino Vello, TT Catalão, Waltércio Caldas, Wlademir Dias-Pino, Xico Chaves.
 
Sobre o monumento - O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, também conhecido como Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça ou mais simplesmente como Mosteiro de Alcobaça, é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português. Sua construção começou em 1178 pelos monges de Cister. Está classificado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e como Monumento Nacional, desde 1910. Em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal.
 
OBRANOME III
Data: De 9 de junho a 31 de julho
Horário: Diariamente, das 11h às 13h e das 14h às 18h30
Local: Galeria de Exposições Temporárias do Mosteiro de Alcobaça 
Endereço: Mosteiro de Alcobaça, 2460-018 - Alcobaça, Portugal
Classificação: livre
Entrada franca

Impermanência

por Redação.


 
"Toda dor pode ser suportada se sobre ela puder ser contada uma história”
(Hannah Arendt)
 
A condição humana expressada na essência dos sentimentos, no desapego e no sentimento inconsciente e consciente de abandono: este é o ponto de partida de IMPERMANÊNCIA, trabalho da artista visual e performer brasileira Sylvia Diez. Com fotografia, vídeo, instalação e performance, a exposição individual entra em cartaz a partir de 10 de junho (segunda-feira) na Galeria espaço opHicina.
Com curadoria de Lucrécia Couso, a série IMPERMANÊNCIA reflete a vida da artista após o acidente de sua mãe. Em 1989, teve seu primeiro contato com a efemeridade da vida, aquilo que escapa. Desta memória afetiva, transpõe para a arte o movimento de refazer uma situação, como forma de desfazer ciclos de morte e de abandono. “Ao longo da criação de Impermanência, fui aceitando que levava uma culpa que eu mesma havia plantado em mim. As minhas barreiras foram se desfazendo e me deram uma nova oportunidade de me relacionar com a minha família, a entender que o amor é uma troca. Aceitei que nascemos e morremos todos os dias”, verbaliza Sylvia Diez.
Durante a trajetória de apresentação de IMPERMANÊNCIA, o espectador terá contato com diversas etapas do processo criativo e da vida de Sylvia Diez. “Mi Renacimiento” é uma instalação, idealizada durante a estadia da artista em Barcelona. Com fotografias no formato 35 mm que representa o ato da gestação, o público, ao caminhar sob as fotos protegidas por grades no chão de 6 metros, ouve trechos do poema de autoria de Diez, sobre se entregar a morte.
A obra “O Lençol de 1989” é uma fotografia em PB em que a artista registra a mãe no local do acidente. Em outro momento, “Perdão”, corresponde a uma série de 04 imagens (PB) em que, sentada em um banco no jardim de sua residência, Sylvia traja em seu corpo um vestido usado pela mãe durante a infância da artista.
 
Exposições individuais
2012    Corpo Presente | curadoria Lucrécia Couso | Espaço opHicina, São Paulo
2011     Fragmentos | apartamento vazio, São Paulo
2011     Um Pedaço | curadorias Lucrécia Couso e Sinval Garcia | Casa das Rosas, São Paulo
2011     DatalHora | participação Marcelo Yuka | Conjunto Nacional, São Paulo
2010    Less Than a Wall, Trapped Inside a Box | curadoria Sinval Garcia | Biblioteca Pública dos Barris, Salvador
2010    Less Than a Wall, Trapped Inside a Box | curadoria Sinval Garcia | ICBA, Salvador
2010    Less Than a Wall, Trapped Inside a Box | curadoria Sinval Garcia | Galeria de Artes 1775, São Paulo
2010    Atacama | Galeria de Artes 1775, São Paulo
2010    Atacama | Livraria Capítulo 4, São Paulo
 
Exposições coletivas
2013    4ª Mostra SP de Fotografia | Mural SP | curadoria Lucrécia Couso | Espaço opHicina, São Paulo
2013    4ª Mostra SP de Fotografia | Garagem Ocupada | curadoria Lucrécia Couso |Garagem, São Paulo
2012    Temporada; 2012 | curadoria Lucrécia Couso | Espaço opHicina, São Paulo
2011     Endins | curadoria Marina Ribeira Iñigo| Sabadell, Espanha
2010    Marca Página [Paisagem] | curadoria Sinval Garcia | Cine Galpão, São Paulo
 
Exposição Impermanência, da artista Sylvia Diez 
Público que aprecia trabalho autoral e a confluência das linguagens de vídeo, fotografia e performance 
Curadora | Lucrécia Couso
Espaço opHicina, à Rua Teodoro Sampaio, 1109 – São Paulo (próximo à Praça Benedito Calixto)
Vernissage | 8 de junho (sábado), das 16h às 20h. Somente para convidados
Exposição | 10 de junho (segunda-feira) a 10 de agosto (sábado) de 2013.
Segunda a sexta, das 10h às 18h; sábados, das 10h às 14h.
Entrada gratuita.
Tel. (11) 3813.8466 / (11) 3813.9712 ou www.espaco-ophicina.com.br
Estacionamento Conveniado | Não possui
Acessibilidade | Sim

O rio Tietê em 19 visões

por Redação.

 
A relação do rio Tietê com a cidade de São Paulo está traduzida na exposição "rio Tietê", que reúne a partir de 1º de junho, no Espaço Cultural do Parque da Água Branca, na Zona Oeste de São Paulo, trabalhos sobre papel de 19 artistas. São gravuras, desenhos, aquarelas , fotografias e colagens que registram, com a marca pessoal de cada autor, a memória do que foi este rio e a sua degradação ambiental. O Parque da Água Branca abriga exposições mensais de artes plásticas desde 2010 , sob a curadoria de Altina Felício dos Santos. A exposição poderá ser visitada às terças, quintas, sábados, domingos e feriados, das 10 horas às 17 horas, até o dia 1º de julho. A entrada é gratuita e o acesso é pela portaria da rua Ana Pimentel, sem número. 
Artistas participantes: Ana Maria Niemeyer, Carlos Zambom, Claudete Castro, Cristina Bottallo, Georgina Torres, Gilberto Tomé, Hélio Schonmann, Isabel Pochini, Jacqueline Aronis, Marco Braga, Maria Pinto, Maura de Andrade, Milton Turcato, Rosa Pillon, Ruth Kelson, Ruth Tarasantchi, Sylvia Soares, Vera Chalmers e Vera Montagna.

Premiada na edição de 2012, Emma Thomas participa pelo terceiro ano consecutivo da feira ArteBA, em Buenos Aires

por Redação.

 
Galeria terá em seu stand obras de Bruno Miguel, Gui Mohallem, Lucas Simões, Nazareno e Theo Firmo
 
A Galeria Emma Thomas participa da vigésima segunda edição da feira argentina de arte ArteBA, que acontece entre 24 e 27 de maio no La Rural, em Buenos Aires. Em seu stand estarão expostas obras de Bruno Miguel, Gui Mohallem, Lucas Simões, Nazareno e Theo Firmo.
 
A Emma Thomas, que ganhou na edição de 2012 da feira o prêmio de melhor galeria do Barrio Joven – área destinada a novos espaços e artistas – participa da mesma pelo terceiro ano consecutivo, destinando seu stand a obras de artistas premiados e que tem obras na coleção de importantes instituições.
 
Apostando na diversidade de suportes e técnicas, a galeria apresenta em seu stand na ArtBA pinturas sobre madeira de Bruno Miguel, fotografias de Gui Mohallem, objetos de Lucas Simões, instalações de Nazareno e desenhos de Theo Firmo.
 
Galeria Emma Thomas @ ArteBA
24 a 27 de maio de 2013
La Rural – pavilhões azul e verde
2704 Avenida Sarmiento Avenue, Buenos Aires
Horário: das 13h às 21h