selo Anuncieaqui duplo

Mark Zuckerberg condena radicalismo e defende liberdade de expressão no Facebook

por Redação.

Nesta sexta-feira (9/1), o CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, postou uma homenagem às vítimas do atentado terrorista contra a revista francesa Charlie Hebdo. O norte-americano condenou o radicalismo e defendeu o direito à liberdade de expressão na rede social.
 
zuck.jpg
 
"Alguns anos atrás, um extremista no Paquistão lutou para me condenar à morte porque o Facebook recusou-se a banir conteúdo sobre Maomé que o ofendeu. Nós fomos firmes quanto a isso porque vozes diferentes - mesmo que, às vezes, elas sejam ofensivas - podem fazer do mundo um lugar melhor e mais interessante", escreveu Zuckerberg em seu perfil na rede social.
 
O CEO afirmou também que o Facebook "sempre foi um espaço onde pessoas ao redor do mundo compartilham suas visões e ideias". "Seguimos as leis de cada país, mas jamais deixamos que um país ou grupo de pessoas ditem o que as pessoas podem compartilhar ao redor do mundo", continuou.
 
Zuckerberg ainda se declarou "comprometido a construir um serviço onde você pode falar livremente sem medo de violência". O CEO disse também que se solidariza com as vítimas e suas famílias, o povo da França e "pessoas ao redor de todo o mundo que escolheram compartilhar suas visões e ideias, mesmo quando isso exige coragem". O post termina com a hashtag #JeSuisCharlie ("Eu sou Charlie", em francês).